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image thumb88 Os vestígios megalíticos do norte alentejano image thumb89 Os vestígios megalíticos do norte alentejano image thumb90 Os vestígios megalíticos do norte alentejano
image thumb91 Os vestígios megalíticos do norte alentejano image thumb92 Os vestígios megalíticos do norte alentejano image thumb93 Os vestígios megalíticos do norte alentejano

Sabia que as antas ou dólmenes, destinavam-se a guardar no seu interior os restos mortais de uma elite emergente da sociedade que os construiu? E os menires serviam para prestar culto ã vida e â fecundidade, daí a sua forma fálica? Pois é, se ficou curioso, parta à descoberta destas neranças megalíticas por todo o Alto Alentejo, dado ser aí que repousam, desde nã mais de cinco mil anos, cerca de meio mimar de antas e uma vintena de menires. Alter do chão, Crato, Castelo de Vide, Nisa, Marvão, Pdrtaiegre e Monforte são os conceinos onde mais predominam.

ponte de lima ponte de lima ponte de lima
ponte de lima ponte de lima ponte de lima

Ponte de Lima é cheia de história, beleza natural, rusticidade e património. A ponte medieval, com os seus quinze arcos ogivais. e as Torres de S. Paulo e da cadeia, são três excelentes cartões de visita. A igreja Matriz, com todo o seu esplendor e carisma, não poderia faltar. O Paço do Alcaide impõe-se majestosamente ao antigo núcleo da vila. Não perca uma visita pelas margens do rio Letes. Pelo chafariz da praça e pelas varias capelas existentes na vila. Mas, nunca deixe de passar pelas contíguas igrejas de Santo António dos Frades e da Ordem Terceira de S. Francisco, que hoje acolhem o Museu dos Terceiros. A arquitectura dos séculos XVII e XVIII são uma relíquia, assim como os jardins e parques existentes em ambas as margens do rio. Para terminar na perfeição prove o “rei” da região, o tão apreciado e refrescante vinho verde.

Ponte de Lima Segway Tour

Vila Real Vila Real Vila Real
Vila Real Vila Real Vila Real

Nas margens do Rio Corgo, a cidade de Vila Real ergue-se a cerca de 450 metros de altitude. Considerada nos séculos XVII e XVIII como a “Corte de Trás-os-Montes”, título ganho com a presença dos nobres que aqui se fixaram por influência da Casa dos Marqueses de Vila Real, são várias as casas senhoriais, legados dessa época, que podem ser vistas ainda hoje. A presença romana encontra-se visível em ruínas que resistiram ao tempo, como é o caso da Arca Tumular Românica junto à Igreja do Salvador. Voltando ainda mais atrás no tempo, é em Panoias, Vale de Nogueiras, que se encontra o mais famoso santuário rupestre da época romana existente na Península Ibérica, com cerca de dois mil anos de existência. Este conjunto de penedos graníticos arredondados constitui um serapeum, templo dedicado ao deus Serápis, cujo culto se iniciou no Egipto. Visite também o Museu de Vila Real, para compreender um pouco melhor a história da cidade. Num edifício de traça setecentista, o museu acolhe, na sua secção de Numismática, um acervo de cerca de 30 mil moedas romanas, lusas e hispano–romanas, gregas, visigóticas, bizantinas e ibéricas. Não deixe ainda de passar pelo Palácio ou Casa de Mateus, uma das obras mais significativas da arquitectura civil portuguesa do período barroco. E aí que se realizam alguns dos mais importantes eventos culturais da cidade, como concertos, cursos de música, exposições, congressos, seminários, entre outros. Os seus jardins são ainda de uma beleza extrema.

Vila Real

 

Açores Açores Açores
Açores Açores Açores
Açores Açores Açores
 

AÇORES – Há duas explicações para o nome do arquipélago: a abundância de aves daquela espécie identificada pelos marinheiros; o aportuguesamento da designação genovesa e florentina (azzorre) das ilhas… azuis.

DESCOBRIMENTO – Algumas ilhas estão representadas em mapas genoveses, desde 1351. Segundo o cronista Gaspar Frutuoso, foram os Açores descobertos por Gonçalo Velho Cabral (1432). Damião Peres defende que as ilhas foram achadas por Diogo de Silves, em 1427.

MOMENTOS – Entre 1580 e 1583, Angra do Heroísmo, onde D. António Prior do Crato foi aclamado como rei de Portugal, foi o último ponto de resistência a Espanha. Em 1829, os liberais derrotam os miguelistas na Vila da Praia, mais tarde baptizada Praia da Vitória.

ILUSTRES – Manuel de Arriaga (primeiro Presidente da República eleito), Teófilo Braga (segundo Presidente da República), Antero de Quental (poeta e revolucionário), Sena Freitas (padre), Ávila e Bolama (político e um dos 29 duques sem vínculo de sangue à coroa), Roberto Ivens (oficial da armada, explorador), Natália Correia (poetisa, deputada).

RELIGIÃO – As festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, celebradas há mais de três séculos, são a maior manifestação religiosa. No quinto domingo após a Páscoa, em Ponta Delgada, milhares de açorianos vivem a paixão e o culto da imagem do Cristo padecente – Ecce Hommo. 0 valor do tesouro (inclui resplendor, coroa, relicário, ceptro e cordas) é incalculável.

IMPÉRIO – O culto do Divino Espírito Santo ganhou raízes desde o início do povoamento (séc. XV). O império, cuja dimensão varia nas diferentes freguesias, é palco da devoção à terceira pessoa da Santíssima Trindade. Ao sétimo domingo realiza-se o bodo, durante o qual são distribuídas as esmolas e se partilha o banquete.

GASTRONOMIA – Algumas delícias: lapas, polvo guisado, alcatra, cozido das furnas, inhame cozido, massa sovada, cavacas de Santa Maria, fofas do Faial, pasteis de arroz, queijadas de Vila Franca do Campo.

AVENTURA – Ilhas proporcionam alguns locais ideais para trekking, surf, mergulho, pesca. No mar, observação de í golfinhos, baleias e passeios de barco.

 

 

 
 
Paúl da Serra Paúl da Serra Paúl da Serra
Paúl da Serra Paúl da Serra Paúl da Serra

Suprema ironia da Natureza, a única grande extensão verdadeiramente plana da Madeira fica a 1500m de altitude. Hipotecadas as utilizações humanas, agradecem a fauna e a flora da ilha, que têm no Paúl da Serra um autêntico santuário. Paisagens que parecem saídas do pincel de um génio do impressionismo escondem-se e exibem-se subitamente por entre nuvens baixas e raios de sol. Palco de eleição para caminhadas e passeios, não é incomum este grande reservatório de água da ilha ficar coberto de neve no Inverno. Renovando a sua magia em tons de branco.

 

Praia do Porto Santo

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image thumb46 Madeira image thumb47 Madeira image thumb48 Madeira

Há um mundo de diferenças entre as ilhas da Madeira e do Porto Santo. A mais emblemática das quais se estende em tons dourados ao longo de nove quilómetros na costa sul da segunda. A praia do Porto Santo é uma das mais famosas do país e faz jus a todos os elogios. Areia fina; mar calmo, limpo e quente; picos e ilhéus no enquadramento; bom tempo todo o ano. Dificilmente se pode imaginar cenário mais acolhedor. Mesmo que, ao contrário dos marinheiros de Quinhentos que lhe deram o nome, cheguemos confortavelmente de avião ou de ferry (do Funchal).

Paisagens Porto Santo

Jamaica – Na ilha dos sorrisos

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image thumb40 Turismo – Lá fora image thumb41 Turismo – Lá fora image thumb42 Turismo – Lá fora

Sente-se atraído pela ideia de sol dos trópicos, casinhas coloridas, mar esmeralda, bananeiras e coqueiros, plantações de café a perder de vista, maris­co grelhado junto ao mar, resorts de traça co­lonial, chá das cinco em serviço de prata, mordomos de luvas brancas, cascatas, rios com crocodilos, recifes de coral, areais tipo Branca de Neve, rum com gelo em noites quentes e entardeceres de sonho? Então aqui vai um conselho: coloque os calções, o fato de banho e os chinelos numa mala, corra pa­ra o aeroporto e embarque rumo à Jamaica. Sem ‘talvez’, nem ‘pois’, nem ‘mas’, nem ‘va­mos lá ver’. À chegada, peça para o deixa­rem na costa norte ou noroeste da ilha, on­de está localizada a maior parte dos bons re­sorts e dos sítios must see it. Escolha um bom resort para passar as noites, mas não deixe de alugar um carro para partir à descober­ta da realidade. Está na Jamaica, aproveite. Não queira só cocktails à beira da piscina. Há mais para descobrir e para viver. Já lutaram muito no passado e agora ape­nas se preocupam em curtir a vida. Ya Mon, como eu vos entendo. Quando for grande quero ser jamaicana. De pé descalço enter­rado na areia, lagosta apanhada à mão, sorriso sempre aberto, casinha ama­relo berrante virada para o mar – alugar um T1 de madei­ra custa cerca de 70 euros por mês. Não há dinheiro? “No problem, para que é preciso o dinheiro se a natureza não nos deixa passar fome? Há peixe no mar, há fruta nas árvores e uns centavos para um copo de rum”, diz-me Errol, rastafari de corpo e fé, sentado à beira do Black River, uma das atracções na­cionais a não perder. Vem aí um tufão? “Agarra-te à árvore mais próxima e espera que pas­se, amanhã será um novo dia”. É assim a Jamaica e o seu povo, uma mis­tura quase, quase perfeita entre a descon­tracção e o requinte, entre os bairros de ca­sinhas de madeira multicolores e as grandes fazendas dos antigos senhores britânicos e dos feudos coloniais. Tudo isto, sempre, com a selva tropical em redor e o mar ao fundo. Na década de 1940, houve três aconteci­mentos que se tornaram basilares no novo rumo que a ilha tomou desde então: a che­gada de Ian Fleming, criador de James Bond, do dramaturgo inglês Noel Coward, e do ac­tor Errol Flynn, o senhor Robin dos Bosques. Foi com estes três jamaicanos de coração que começou o turis­mo na Jamaica. Pé ante pé, primeiro, e com força e garra, depois. Hoje em dia contam-se nos três milhões os forasteiros que ater­ram por ano nesta ilha das Caraíbas. A maio­ria é americana, mas já há muitos europeus também. A verdade é que a água por lá é mesmo muito quente e a melhor maneira de refrescar é não dar apenas um mergulho, mas dois, três, quatro, cinco, os que quiser. Para além das melhores praias (que pertencem aos ho­téis), a maioria da costa é falésia, de rocha até ao mar, o que torna difícil o acesso. Mas contamos-lhe um segredo: se algum dia estiver muito desesperado com calor ah para os lados de Oracabessa, para lá de Ocho Rios, procure uma casa de madeira amare­la, chame pelo Bonés, um rasta de 60 anos, viajante do mundo e pintor de profissão. Diga que vai da nossa parte e peça-lhe para ver a sua praia privativa, 20 degraus a des­cer para o mar entre corais multicolores, pa­ra lá de uma selva cerrada. Não se espante se Bonés e Kendra, filha da ex-namorada nova iorquina e habitual hóspede da casa, se juntarem a si para umas braçadas. Não faça uma careta se depois, já estendidos ao sol, puxarem de um cachimbo de água e começarem a fumar ganja. Na Ja­maica, apesar de o consumo de marijuana ser proibido, quase 60% da população faz ouvidos moucos. “É a maneira de abrir a mente, de meditar, de purificar”, explica-nos Bonés do alto da sua experiência. “Já vivi em Nova Iorque, em São Francisco, em Bar­celona, em Paris, em Londres. Tive muitas mulheres, era muito charmoso, ainda hoje tenho mais ou menos dez filhos, vivi os anos loucos do flowerpower, estive no Maio de 68, fui amigo do Bob Marley” – tal como nos ga­rantem todos os rastas na Jamaica – “e ago­ra cansei-me de andar de um lado para o outro e voltei para a minha terra, para a minha praia privativa, para a minha pintura.” Quanto à ganja, diz-nos ser “um auxílio na viagem espiritual rumo a Jah”. Uma cren­ça, assim como é também o facto de não cor­tar o cabelo desde 1982*. “Os verdadeiros rastas não cortam o cabelo, nunca, vem na Bí­blia.” E também não podem comer carne e não devem beber álcool. E não precisam. En­tre o perfume da ganja e o aroma das bugan­vílias junto ao mar, não é preciso mais para se sentir vontade de ficar para sempre de pés na areia. Ou seguir costa fora, pela es­trada que serpenteia à beira da falésia. Uma dica, porém: tenha atenção na con­dução. Os jamaicanos são loucos ao volan­te. Siga até ao mercado de Ocho Rios para comprar bugigangas de madeira, cachim­bos, colares de sementes, missangas e bú­zios. Traga também um saco de café Blue Mountains – os entendidos dizem que é um dos melhores do mundo. Meta conversa com os locais, regateie, compre uns CD de reggae, vá até Montego Bay e beba uma margarita no Margaritaville, conhecido por ter os me­lhores cocktails de tequila de toda a ilha. Passe uma noite pela lagoa fluorescente.

Sandals All-Inclusive Resort Jamaica holiday
Jamaica
image thumb31 Passeie pela primeira Região Demarcada do Mundo image thumb32 Passeie pela primeira Região Demarcada do Mundo image thumb33 Passeie pela primeira Região Demarcada do Mundo
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O vale do Douro, compreendido entre Barqueiros e a fronteira, é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação.

A vinha que gera as castas do célebre Vinho do Porto marca a paisagem do rio Douro, onde o outrora xisto maci­ço deu lugar a muros e patamares de socalcos para albergar as videiras. A melhor maneira de ter uma visão global da região e de poder apreciar o seu traçado geográfico único, é optar por fazer um cruzeiro pelo rio Douro. Peso da Régua é um dos locais de embarque, e porque não começar a sua visita aqui mesmo? A Régua é uma cidade moderna cujo desenvolvimento e importância está intimamente ligado à criação da Com­panhia Geral das Vinhas do Alto Douro, pelo Marquês de Pombal em 1756, o mesmo a criar no Douro a primeira Região Demarcada do Mundo. Recomenda-se uma visita à Casa do Douro, criada em 1932 como entidade reguladora dos vinhos da região, onde no seu interior se pode admirar um tríptico de vitrais da autoria do mestre Lino António, que retratam a labuta diá­ria da vinha na região. Visite ainda a Estação Arqueológica da Fonte do Milho (Canelas), testemunho da presença romana na região. As opções deste passeio são várias. Durante todo o ano, há passeios diários ou, para quem quiser desfrutar mais profundamente daquele sossego, ar puro e paisagem, um cruzeiro de fim-de-semana ou uma semana tornam-se na opção ideal. Se decidir fazer este passeio mais para a Pri­mavera ou no Verão, poderá sempre optar por subir o rio numa antiga automotora da CP, ainda a vapor, e descer de barco.

Cuzeiro no Douro – 1
Cuzeiro no Douro – 2
Cuzeiro no Douro – 3