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image thumb27 O misticismo da Lagoa das Sete Cidades Lagoa das Sete Cidades Lagoa das Sete Cidades
Lagoa das Sete Cidades Lagoa das Sete Cidades Lagoa das Sete Cidades
Lagoa das Sete Cidades image thumb28 O misticismo da Lagoa das Sete Cidades Lagoa das Sete Cidades

Majestosa pela sua grandiosidade, idílica pela sua envolvente, mágica pelo seu brilho e encantadora pela sua cor, a Lagoa das Sete Cidades é um dos mais magníficos cartões de visita do turismo português.

Formada a partir do composto entre as lagoas Verde e Azul, que estão ligadas por um canal, pouco profundo, atravessado por uma ponte baixa, sobre a qual passa a estrada de acesso à fregue­sia das Sete Cidades, este é o maior lago de água doce dos Açores, ocupando uma área de 4,35 quilómetros quadrados na parte oeste da ilha de São Miguel.

Emolduradas por encostas escarpadas cobertas de árvores e flores, as suas margens tranquilas e a pequena península da Lagoa Azul convidam a repousantes passeios e a extensos piqueniques. Existem muitas lendas sobre estas duas lagoas, mas a de uma princesa e de um pastor é a mais contada e também a mais român­tica.

A jovem princesa, chamada Antília, ao passear um dia pelos montes e vales dos Açores, escuta uma música, que a deixou total­mente encantada. Decidiu seguir a melodia e acabou por ver que era um jovem pastor que a entoava a partir da sua flauta. Ouviu-o escondida durante semanas, até que o pastor, um dia, a descobriu por detrás de uns arbustos. Foi paixão recíproca à primeira vista, até que um dia o rei descobre e proíbe-os de se verem. Com ta­manha tristeza, os dois choraram toda a tarde abraçados. As suas lágrimas, de tantas serem, formaram duas lindas e grandes lagoas, uma verde da cor dos olhos da Princesa, a outra azul da cor dos olhos do pastor.

Lagoa das Sete Cidades

Réveillon na irresistível Croácia

image thumb10 Lá fora   Dubrovnik Fotografia de Dubrovnik city Croacia image thumb11 Lá fora   Dubrovnik
image thumb12 Lá fora   Dubrovnik image thumb13 Lá fora   Dubrovnik image thumb14 Lá fora   Dubrovnik
image thumb15 Lá fora   Dubrovnik image thumb16 Lá fora   Dubrovnik image thumb17 Lá fora   Dubrovnik

Uma das grandes apostas do próximo fim de ano acontece em Dubrovnik. O réveillon é o ponto mais alto do seu calendário de festividades anuais e com grande prestígio na Europa. Descubra a noite de passagem de ano em Dubrovnik. São quatro dias inesquecíveis. A reputação da Croácia no Mediterrâneo e por toda a Europa deve-se, precisamente, ao facto de Dubrovnik ser uma cidade exemplarmente única entre todas as cidades europeias, sobretudo pela arquitectura medieval que foi preservada. Muito do que foi destruído durante os bombardeamentos das tropas jugoslavas entre o Outono de 1991 e Maio de 1992 foi reconstruído rapidamente devido à intervenção urgente da UNESCO e da União Europeia. Foi uma Fénix renascida. Dubrovnik é considerada uma sereia do Adriático. Um dos balneários mais importantes do país pela beleza natural e pelo que representa para a História. O seu património reflecte-se nas muralhas e nas ruas estreitas, repletas de movimento. Visitar a Croácia é uma proposta imperdível, bastante aliciante, pelo fascínio das suas antigas muralhas e pela sua natural riqueza arquitectónica. Dubrovnik é uma cidade monumental. Aliás, o dialecto local expressa-o, ao afirmar que “Dubrovnik nezaboravan”, significando, muito justamente, que Dubrovnik é inesquecível. Até aos dias de hoje a Croácia tem mantido seu espírito ambiental intacto, livre de grandes multidões, e também de longas avenidas e de edifícios altos. É um dos países mais cuidados da Europa, do ponto de vista ecológico, com número recorde de parques naturais (sete). Vai ficar seduzido pelas cores, sabores e aromas que o fim de ano proporciona a quem visite Dubrovnik. Muito branquinha e muito limpa, a cidade não perdeu a beleza que a guerra tentou apagar. Recuperou toda a sua exuberância e talvez tenha ficado mais bela. É a cidade mais bonita da Croácia, onde os carros não circulam no seu centro. Cruze a ponte levadiça e vá ter à Stradun, a rua principal e onde vão desaguar todas as ruas, com muitos cafés e bares divertidos. Não existe, portanto, nenhuma maneira de se perder quando a visitar a pé, em passeios descontraídos apreciando todos os seus encantos. Deslumbre-se com monumentos e igrejas, tudo muito gótico e renascentista. Do cimo das muralhas avista a cidade velha. Visite, por curiosidade, a farmácia das mais antigas do mundo (1317) que permanece ainda a funcionar.

Por 1001 razões vale a pena visitar Dubrovnik e uma delas, sem dúvida alguma, são as suas especialidades culinárias. Prove “orehnjaca”, uma delícia para a boca. Quando comer saberá de que é feito. A Croácia é um país católico, com forte influência da igreja e o seu turismo religioso tem muito potencial. O que sugerimos é que faça bons e sossegados passeios a pé, e aprecie todo o esplendor da cidade antiga, rodeada de torres e fortalezas. Um verdadeiro tesouro arquitectónico e cultural excelentemente conservado ao longo dos séculos. Dubrovnik não é só um museu aberto, é também uma cidade vibrante e colorida com as suas ruas e praças apinhadas de gente das mais diversas proveniências. E à noite as ruas paralelas à Stradun enchem-se de animação com movimento dos bares, pizarias e restaurantes de muitas especialidades, bom vinho e tudo mais barato que na grande maioria dos países da Europa ocidental. Esta cidade da Croácia é muito bem servida de hotéis de uma até cinco estrelas. Um destino de eleição, onde passar dias calmos e elegantes. Conjugue agora essa visita com o seu grandioso réveillon numa proposta aliciante das Viagens ABREU. Na gíria diz-se que será matar dois coelhos de uma só cajadada.

image thumb94 Está a chegar a época de neve image thumb95 Está a chegar a época de neve image thumb96 Está a chegar a época de neve
image thumb97 Está a chegar a época de neve image thumb98 Está a chegar a época de neve image thumb99 Está a chegar a época de neve
A Serra da Estreia continua a ser um dos memores destinos de férias, quer seja de verão ou inverno. A partir do final de Novembro, poderá aprender e praticar ski ou snowtjoara, mas se os desportos de neve não forem a sua “praia”, irá com certeza encontrar algo para animar a sua estadia. É o caso de alguns percursos pedestres e de BTT, para além de tratamentos de spa. Aproveite ainda para connecer o património cultural da região, visitando as aldeias históricas e fazendo a majestosa rota dos 20 castelos. Não deixe de provar também a gastronomia da região e de se deliciar com o famoso Quejo da Serra.
Serra da Estrela

Projecto turístico alentejano vai dar vida nova a ruínas

Fortaleza de Juromenha Fortaleza de Juromenha Fortaleza de Juromenha
Fortaleza de Juromenha Fortaleza de Juromenha Fortaleza de Juromenha
Alqueva Alqueva Alqueva

Câmara de Alandroal vai avançar, em parceria com privados, com uma iniciativa que contempla a recuperação da fortaleza e vai criar infra-estruturas para acolher turistas, num investimento de 20 milhões de euros.

A antiga Fortaleza de Juromenha, na margem direita do Alqueva, vai ser recuperada e reabilitada com um projecto turístico, a concretizar pelo município em parceria com investidores privados. O presidente do município de Alandroal, João Nabais, explicou que o projecto, além da recuperação da fortaleza, abrange a construção de uma pousada, restaurante panorâmico com instalações para acolher congressos, posto de turismo, lojas e 71 habitações de turismo em espaço rural. O investimento, de 20 milhões de euros, a concluir até 2013, é, segundo o autarca, “inédito” a nível nacional. “É inédito porque estamos a falar de um património do Estado, que nada fez e se sentiu impotente, ao longo de todos estes anos, para fazer”, aparecendo agora um município, associado a um grupo privado, que o pretende recuperar, disse. O presidente do município considerou ainda que o projecto, de “grande dimensão”, é importante para o desenvolvimento económico e social do concelho, permitindo também dar um “salto decisivo para reanimar a vila de Juromenha”. “Vai trazer, seguramente, uma outra dinâmica ao concelho e à região”, vaticinou. Apostado em colocar Juromenha no mapa, João Nabais espera que o projecto, que tem sido “moroso” e data de 2004, contribua ainda para que “muita gente” visite a localidade. Juromenha, banhada pelas águas do rio Guadiana e com Espanha do outro lado, a escassos quilómetros da auto-estrada A6, do aeroporto de Badajoz e da futura estação do TGV Caia/Badajoz, deverá apresentar-se como “um dos importantes destinos do Regolfo de Alqueva”. Esperançada em que a sua terra natal ganhe novo fôlego está também Susana Algarvio, de 25 anos, uma das 150 pessoas que ainda moram em Juromenha, a maior parte idosos, depois de a vila ter contado 1500 habitantes na década de 60. “Vai trazer, certamente, muitos turistas, o que vai ser muito bom, e vai dar um bocado de vida a esta terra porque, como tem poucos habitantes e não tem muitas actividades, é uma terra um bocado amorfa”, afirmou. O projecto de reabilitação e salvaguarda da fortaleza vai obrigar, segundo João Nabais, à criação de uma empresa municipal de capitais mistos, com 51% de capital do município e 49% de investidores privados. Para a concretização do empreendimento, a empresa prevê reunir os meios financeiros, sobretudo, através de fundos da União Europeia, ao abrigo do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Em precário estado de conservação, a Fortaleza de Juromenha é propriedade do Estado, que cedeu à autarquia, a título definitivo, a área interior, designada por Castelo, com 20 500 m2, para desenvolver o projecto turístico, beneficiando da recuperação do património. Este foi um dos 11 novos projectos turísticos de “excelência” para o distrito de Évora, sobretudo para Alqueva, num volume de investimento de quase dois mil milhões de euros, apresentados em Janeiro deste ano, na vila medieval de Monsaraz, numa cerimónia presidida pelo primeiro-ministro, José Sócrates. Segundo a autarquia de Alandroal, este investimento prevê a criação de uma centena de postos de trabalho directos. Antecedendo o avanço do projecto, a Câmara Municipal de Alandroal já está a proceder a trabalhos de limpeza da zona adjacente à fortaleza, onde, ao longo dos anos, foram proliferando construções ilegais, sobretudo arrecadações particulares. Em simultâneo, a autarquia está a construir um percurso pedonal desde a vila de Juromenha até ao rio Guadiana, baseado num caminho que existe há cerca de 500 anos e que aparece na cartografia militar pelo menos há 300. As igrejas da Misericórdia e a Matriz, a cadeia e os antigos paços do concelho estão em estado de ruína.

Castelo Juromenha
Interior do Castelo