Turismo cá dentro

O seu destino mesmo aqui ao lado

Receba por mail os novos destinos:

Delivered by FeedBurner

Galiza: Hotel “A Quinta da Auga”

Publicado por turismo
01/06/2010

Londres

Publicado por turismo
06/05/2010

Chegue ao seu destino de forma original

Publicado por turismo
22/04/2010

Irlanda do Norte

Publicado por turismo
15/01/2010

Himalaias

Publicado por turismo
14/12/2009

Arquivo de Janeiro, 2009

Para o estômago e o paladar, a Madeira é um excelente destino. Na «pérola do Altântico» como no Porto Santo, os pratos são de fazer crescer água na boca. Peixe, carne, vinho e, claro, o bolo do caco

Forno Bolo de Milho cozido na folha de couve
file da madeira fruta da madeira

O Ir à Madeira e não comer bolo do caco é muito mais grave do que ir a Roma e não ver o Papa. Numa com­paração inflamada, será qualquer coisa como ir a Paris e não desfru­tar do Sena, ir ao Porto e não vis­lumbrar o Douro: uns e outro são inevitáveis. Portanto, se estiver num restaurante e não lhe servirem bolo do caco, desconfie. O mais prová­vel é que não esteja na Madeira. Em todas as mesas que o SEXTA expe­rimentou, lá estava ele, quente ou frio, simples ou com manteiga.

Nas carnes – e aqui o destaque vai para a espetada -, recomenda-se o restaurante Adega da Quinta, na Quinta do Estreito (Câmara de Lo­bos) . Comece por degustar as mui­tas entradas, que vão do espada fu­mado à carne em vinha de alho, acompanhados por pão de batata doce e um cálice de vinho da Ma­deira. Aproveite a vista – está mais de 400 metros acima do nível do mar e rodeado de vinhas – e siga para a espetada, regada com um bom tinto maduro. Remate com pu­dim de maracujá. Se estiver pelo Funchal e for amante de cozinhados mais modernos e inventivos, o restaurante do Forte e o restaurante Café do Museu são boas opções. Num como noutro, não falta o espada (que por aqui dispensa o «prefixo» peixe) confeccionado de mil e uma maneiras. No primeiro, a vista sobre o oceano e a decoração são magní­ficas. Quanto ao Café do Museu, está no coração da cidade, na Pra­ça do Município, e prima pelo am­biente descontraído.

Ainda no Funchal, os restauran­tes Casa Madeirense e Vila Cipriani, ambos junto ao mar, são excelentes opções para quem procura peixe e marisco (não esquecer as famosas lapas) e O Lagar recomenda-se para a já referida espetada de carne.

COMIDA FORTE, AMBIENTE LIGHT

Se outro motivo não houvesse, um restaurante no Funchal mere­ceria referência apenas pelo nome.

Mas o original Chega de Saudade tem outros trunfos: alia o design inovador do espaço ao mo­biliário clássico, o bom gosto na mú­sica ambiente (quase sempre jazz) à qualidade da comida: a alheira de caça e o bacalhau com migas convi­dam o cliente a voltar.

Não só na Madeira se come bem. O Calheta’s, na Ponta da Calheta, Porto Santo, oferece uma larga es­colha de peixes e marisco. O espa­da com banana, as lapas e, claro, o bolo do caco, são aprimorados pela proximidade do Atlântico e da praia de areia dourada.

Por fim, não deixe de provar as frutas típicas da região: a banana da Madeira, o abacaxi e, no Porto San­to, as uvas. Um conselho: compre-as nos mercados.

Porta da cidade de verona verona 2
verona rio verona rio 2
verona thumb Verona Verona Arena

Cidade dos Namorados

Começou por ser celta, passou a romana, já foi centro de arte e serviu de palco para o eterno romance de Romeu e Julieta, escrito por Shakespeare, Verona é de facto uma cidade para conhecer de mãos dadas.

Há muito que o encanto de Verona é retratado por escritores e pintores nas mais belas histórias. A mais céle­bre é, sem dúvida, a história de amor e ódio entre os Montecchio e os Capuleto, duas famílias poderosas e rivais: ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare. Foi aqui que os dois se amaram e morreram por amor um ao ou­tro.

Logo a seguir a Veneza, Vero­na é a maior cidade da região de Vêneto e a segunda região com maior quantidade de ruínas ro­manas, logo depois da cidade de Roma. Situada nas margens do rio Adige, Verona é ideal para ser conhecida em longos pas­seios a pé.

Próximo dos vinhedos de Valpolicella, Soave e Bardolino, jun­to ao lago Garda, tudo nos reme­te ao romance de Romeu e Julie­ta, cujo balcão se localiza na Via Capello, n°27 Ao entrar na cida­de os caminhos conduzem-nos, invariavelmente, na direcção da Arena, um anfiteatro romano em forma oval, cuja construção data de 30 d.C, que se encontra praticamente intacto e onde, com alguma frequência, têm lu­gar espectáculos de teatro e de canto lírico.

Além do centro histórico, a praça delle Erbe, tipicamente medieval, alberga bares com ex­planadas, de onde podemos olhar os magníficos palácios como o Castelvecchio, do séc. XIV, e símbolos históricos como a estátua de Dante Alighieri, considerado o maior poeta da língua italiana e autor da ‘Divina Comédia’. Quando o apetite apertar aconselha-se a Antica Bottega dei Vino, velha estala­gem que, para além da gastrono­mia típica da região, oferece uma excelente variedade de vinhos, numa garrafeira avaliada em vá­rios milhões de euros.

Verona

douro 3 douro 2
douro thumb Douro douro 4
douro 6 douro 5

O trabalho dura o ano in­teiro. Mas agora é tempo da colheita e da produção dos vinhos que tanto gos­tamos de saborear.

A paisagem do Douro, Patri­mónio Mundial, transmite tranquilidade. O rio circula aos “ss” pelas encostas ín­gremes que exibem, orgu­lhosas, as suas vinhas. Esta é a altura em que há movi­mentação no terreno. Cerca de duas dezenas de traba­lhadores iniciam bem cedo o trabalho e até ao lavar dos cestos, ou melhor, das cai­xas, é vindima. Termina na próxima se­mana a colheita das uvas na Quinta de São Luiz, terreno do grupo Sogevinus na fre­guesia de Tabuaço, são 125 hectares de área total, dos quais 90 são de vinha plan­tada. É lá que que se produ­zem os vinhos DOC (Deno­minação de Origem Contro­lada) e as castas dominantes são, entre outros, a Touriga Nacional e a Touriga Franca. Para juntar à produção lo­cal, juntam-se as uvas apa­nhadas noutras quintas. “Correspondem a 50 por cento da produção”, referiu Cátia Moura, responsável de Comunicação da Sogevinus.

Tal só é possível porque há todo um trabalho feito pelos enólogos ao longo do ano. “As uvas têm de estar iguais, com o mesmo nível de consistência. Existe um período de tratamento e controlo de qualidade que é feito pela equipa”, adiantou.

Tudo interfere…

Mesmo antes das vindimas, o tipo de vinho está à parti­da definido. E enquanto na Quinta de São Luiz é apenas produzido o vinho DOC, a quinta de Arnozelo produz vinhos do Porto. “Seleccionamos os vinhe­dos e temos em conta as vá­rias características da vinha e do solo. Toda a matéria–prima é trabalhada no sen­tido de dar determinado produto (vinho do Porto ou DOC). O perfil do vinho está à partida definido”, expli­cou Francisco Gonçalves, di­rector de enologia dos vi­nhos DOC, acrescentando: “Normalmente quero uvas e vinhos que tenham um certo tipo de acidez que en­contro nas vinhas altas. O vinho do Porto requer vi­nhos com ‘pujança’ de aro­mas, que se encontram nas vinhas mais concentradas.” Tudo interfere: o tempo, as características do terreno e dos solos. “A localização é uma das características mais valiosas”, contou José Mauro, viticultor.

Vinhos de boa qualidade

Depois de todo o processo de produção dos vinhos, se­jam eles DOC ou do Porto (ver caixa), há que saboreá–los. “Está a ser uma colhei­ta muito boa em termos qualitativos. Quantitativa­mente, a produção vai de­crescer perto de 15 por cen­to em relação ao ano passa­do”, disse Pedro Sá, respon­sável pela enologia dos vi­nhos do Porto.

“Lavados os cestos”, é pre­ciso ter em conta o que po­de ser melhorado e de que forma é que os vinhos se po­dem adaptar às alterações climáticas. “Antes as quatro estações estavam perfeita­mente identificadas. Agora já não sabemos como fun­ciona o clima. Estamos a es­tudar como se adaptam as uvas e as videiras a estas al­terações”, sustentou Pedro Sá, sublinhando: “O vinho não vai deixar de ter aro­mas de frutas maduras, mas teremos eventualmente de fazer a vindima mais cedo. Teremos de mudar os pro­cessos, não o vinho.”

Douro
melbourne 2 melbourne thumb Melbourne
melbourne 3 melbourne 5
melbourne 6 melbourne 4

Não há tempo para a estranhar. Melbourne entranha-se de imediato. Retrato cosmopolita da fantástica costa sul da Austrália

Com espírito de pequena grande al­deia virada para o mar e ambientes mais frenéticos de cidade cosmopolita do século XXI, Melbourne encanta no primeiro instante. Na verdade, a capi­tal do sulista Estado de Victoria tem um estilo muito próprio, talvez por ter emergido há pouco mais de 170 anos das tendas que a fundaram, para agora assumir-se como uma das mais modernas, competitivas e joviais ci­dades do mundo. Dividida pelo Yarra – rio intensamente aproveitado pela população para o desporto -, nesta urbe sentimo-nos em casa, ambien­tados, apaixonados…

Começa-se então pelo mais agra­dável à vista: o gigantesco Kings Domain, um dos muitos jardins que pintam a cidade de verde, e então acompanhamos os locais no jogging, a rolar nos patins ou na pedalada da bicicleta. Porque aqui todos praticam qualquer coisa, seja ligados ao iPod, a empurrar o carrinho da criança ou a conversar com o parceiro do lado. É assim que se vive por cá, entre idas à praia e outras tantas reuniões de trabalho na agitação cosmopolita do geométrico Central Business District -uma vez aqui, parta à descoberta dos labirintos comerciais, que às vezes de­sembocam em becos e ruelas repletos de pequenos restaurantes e bares de gente gira.

Em números largos, no espaço de duas gerações de colonos, vin­dos sobretudo de Itália, Grécia, Rei­no Unido e Ásia vizinha, Melbourne (que chegou a ser capital australiana) deu passos de gigante e gerou mui­tas fortunas, várias delas arrecada­das no garimpo do ouro, a contribuí­rem para o crescimento relâmpago desta que é, em simultâneo, graciosa e modesta, contemporânea e tradi­cionalista, trepidante e relaxada.

É assim, num poço de contradi­ções, que a cidade se constrói e desconstrói, para explicar as cores gar­ridas e os traços rebuscadamente vitorianos da Flinders Station e de outra tanta arquitectura repleta de charme, desalinhada mas a fluir com arrojos arquitectónicos como os da Federatíon Square, palco de inúmeras actividades culturais e meetíng point privilegiado para todas as tribos da ci­dade. Este projecto futurista, inaugura­do em 2002 para comemorar o cente­nário da Federação Aussie, está a dois passos da cultura intensiva também em agenda permanente no Arts Cen­tre. E, uma vez aqui chegados, dá-se por meio caminho andado até à Sou-thbank Promenade, faixa ribeirinha pedonal que goza de boa vida e ligada à outra margem por uma miríade de pontes de todas as épocas. O cenário é pintado com agradáveis esplanadas e finíssimos espaços cheios de gente, como é o caso do enorme complexo Plaza e do Southgate Arts & Leisure Precinct, ambos delírios de qualquer cartão de crédito.

Com o atravessar para o outro lado do Yarra, encontra-se então ou­tra Melbourne, desta feita desenhada à régua e esquadro, onde as montras, as ruas, os edifícios, as gentes e os aromas são uma doce tentação. Nas principais artérias, respira o pulmão comercial, onde crescem portentos da arquitectura dos mais variados estilos, não fosse a própria cidade tão contemporânea e absorvedo

ra de culturas dos quatro cantos do mundo. Soberbos exemplares de Art Deco erguem-se em altura, como o caso do Manchester Unity Building ou do Myers Emporium; outros, na linha do impressionante conjunto do Magistrates Court, já mostram influ­ências neo-góticas e uns quantos tra­ços normando-romanescos.

Vindos do histórico Queen Vic­toria Market, as setas apontam para sul, e então atravessa-se o Yarra pela Swanston Street Bridge. First stop: National Gallery of Victoria, edifício sólido

construído em 1861, o que faz dele o maior e mais antigo es­paço de exposição artística de toda a Austrália. Está dado o embalo para uma cidade diferente daquela que se deixa para trás, não sem antes admi­rarmos o memorial aos australianos mortos durante a I Guerra Mundial, o Shrine of Rememberance, e as Victo­ria Barracks (século XIX), outro dos símbolos soberanos da região, ainda hoje ocupado por organismos públi­cos. Depois, o tram, eficiente embora ronceiro transporte que liga os pontos cardeais da cidade, será a melhor op­ção para continuar, bastando uma ou duas paragens para se ficar nas proxi­midades do Royai Botanical Garden, esplendor da Natureza pura com mais de 35 hectares, também local habitual para sessões de cinema ao ar livre.

Está dado o mote para uma cidade que em nada perde para outras mais conhecidas. Porque Melbourne é pai­xão à primeira vista…

Melbourne, Victoria

Noites Loucas

A terra prometida chama-se St. Kilda Beach. Em tempos uma estância balnear da elite local, tornou-se o ponto de encontro de todas as tentações, ora nas suas praias cheias de corpos estendidos ao sol, ora pela Adan Street fora e ruas vizinhas, que distribuem à esquerda e à direita bares, restaurantes e lojas de gostos variados.

tanzânia 2 tanzânia 3
tanzânia 4 tanzânia 6
tanzania 5 tanzânia

O convite era irrecusável para quem, como eu, sonha em regressar a África. Foram oito dias vividos num cenário idílico e profundamente africano, a sul da Tanzânia, no Lukula Selous, um acampamento de luxo situado numa zona remota da Selous Game Reserve, a maior reserva africana. É um lugar mágico, que convida os viajantes a conhecer, em privado, uma África ainda intacta, inserida numa zona concessionada onde não se mata, apenas se observam os animais em plena liberdade. Saímos de Dar-es-Salam numa avioneta e, ao fim de uma hora de voo, aterramos numa pista de terra batida. A nossa espera está Anton, o anfitrião, e parte do seu staff. Rumamos para o acampamento situado num dos bancos do rio Lukula e, uma vez ali chegada, descubro a tenda principal, um espaço lindo e acolhedor, reservado não só ao convívio como também às refeições. Mais tarde, cada qual parte à descoberta da sua tenda. Existem unicamente quatro tendas, todas elas magníficas e com um ambiente e uma privacidade que me deslumbram e recordaram que este exclusivo acampamento só recebe, no máximo, oito pessoas de cada vez, ou seja, tem à disposição 300 mil acres de terra para as oito pessoas. Um luxo! Dos tapetes trazidos de Zanzibar às camas fofas, da escrivaninha às cadeiras forradas a couro, tudo foi criado à imagem e lembrança de um importante explorador e caçador inglês cha­mado Frederick Courtney Selous, um grande homem que viveu e se debateu por África.

Anton é a alma do Lukula Selous. Tem grandes planos, partilhados pelo sócio, que passam por uma nova forma de ver e conhecer África. Organiza safaris priva­dos, feitos a pé, que prometem grandes aventuras, e outros pro­gramas, como passeios de canoa para admirar uma Natureza nunca vista. Mas Anton aposta ainda, e sobretudo, na divulgação do Lukula Selous Project, que tem por lema “agora é o futuro do amanhã”, ou seja, que a preservação de África é premente. Começamos por um passeio nas margens do rio Lukula para admirar a paisagem. Andamos talvez uma boa hora a pé para reconhecer o lugar onde estamos acampados, um lugar lindo, sobre o rio, em plena savana. Seguiu-se um belíssimo jantar à luz de velas, durante o qual foram surgindo conversas bem ao estilo africanista. Gostei. No dia seguinte, saímos ao raiar da aurora para um safari através da selva, numa África que proporciona grandes momentos de surpresa e aventura. A adrenalina começa a dar sinais no preciso momento em que o guia aponta elefantes no horizonte. Unidos uns aos outros, seguimos em fila indiana, Anton e os seus guardas armados. Medem-se os ventos e as distâncias e o silêncio só é interrompido pelo chilrear dos pássaros. Já perto, rastejamos por entre mato e arvoredo, e geram-se momentos de um entusiasmo tímido que só mais tarde se revelam eufó­ricos pela experiência acabada de viver e que ao fim do dia celebramos com um bom vinho, reunidos em redor de uma fogueira. No dia seguinte, acordo às 5h da manhã e apronto-me rapidamente para partir rumo a um passeio de dia inteiro que culmina com uma dor­mida em plena selva. Atravessamos o rio a pé e descalços; ao fundo, avistam-se hipopótamos e somos obrigados a encurtar caminho. Mais adiante, eis-nos frente a uma manada de búfalos, e a história repete-se: caminhamos até onde nos mandam e deixamo-nos ficar imóveis perante tamanho espectá­culo. Quietos e calados, observamos tudo o que podemos, cientes do momento glorioso. Quando chegamos ao acampa­mento improvisado para essa noite, festejamos o dia assistindo ao pôr-do-sol sentados à mesa já posta para o jantar. Ao fundo avistam-se as tendas a anunciar uma noite jamais vivida. E penso na logística que permite realizar um acampamento no meio da selva. Fantástico! Seguiram-se outros dias de safaris e muitas descobertas. Conhecemos belas cascatas na selva profunda, tomámos banho nas águas mornas do rio e desfrutámos ao máximo deste lugar quase secreto, certos que ali a fauna e a flora são quem mais ordena.

A não esquecer

Língua: Inglês. Clima: Tropical, dias quentes e noites amenas. Moeda: Xelim tanzaniano; €1 =1602,38 TZS. Diferença horária; GMT + 3 horas. Obrigatório: Passaporte válido por 6 meses. Pedido de visto à chegada ao aeroporto. Diversas vacinas. Vá a uma consulta do viajante no Hospital Egas Moniz, em Lisboa.

Selous Game Reserve and Zanzibar Island
Castelo de Arraiolos 2 Castelo de Arraiolos
tapetadearraiolos thumb Arraiolos é uma verdadeira herança histórica Tapeta de Arraiolos 2
Vila de Arraiolos Vila de Arraiolos 2

A vila de Arraiolos, no Alentejo, é conhecida pelos seus famosos tapetes bordados, mas, para além disso, possuiu muitos pontos de interesse, como o Castelo de Arraiolos, a Pousada de Nossa Senhora da Assunção, o centro histórico e uma região campestre que enche os olhos de por puem lá passa, já para não falar dos vários monumentos megalíticos com que presenteia os visitantes. Se é a sua primeira vez na região, comece a visita peio centro histórico da vila, recentemente requalificado.

Com as suas casas e ambiente tipicamente alentejanos. Depois, siga até ao castelo, tampem conhecido como Paço dos Alcaides, que data de 1217 classificado, no início do século XX, como Monumento Nacional. Uma tradição local afirma que existe uma passagem subterrânea secreta que liga o castelo ao convento de Nossa Senhora da Assunção, hoje em dia transformado em Pousada de Portugal.

Não deixe ainda de passar por alguns dos monumentos mais antigos da nossa história, aí deixados desde o período megalítico.

TAPETES DE ARRAIOLOS