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Galiza: Hotel “A Quinta da Auga”

Publicado por turismo
01/06/2010

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Publicado por turismo
06/05/2010

Chegue ao seu destino de forma original

Publicado por turismo
22/04/2010

Irlanda do Norte

Publicado por turismo
15/01/2010

Himalaias

Publicado por turismo
14/12/2009

Arquivo de Junho, 2009

Entre muros e muralhas…

No Marvão, encontrámo-nos junto ao Convento da Nossa Senhora da Estrela. Estava um dia cinzento e com chuva mas a perspectiva de algumas abertas mantinha-nos animados. Começámos a descer por uma calçada de pedra em direcção a Abegoa. A calçada é íngreme e a superfície de pedra estava molhada obrigando-nos a descer com os cuidados redobrados. A pedra é uma presença constante nesta região e foi também aproveitada ao longo dos tempos para a construção de casas, muros e muralhas fazendo desta uma paisagem humana muito bonita e muito bem enquadrada no ambiente em redor. A partir de Abegoa, o percurso torna-se mais suave e os castanheiros e os carvalhos envolvem-nos ao longo do passeio. Nesta época, o chão fica forrado com as suas folhas castanhas fazendo-nos sentir que estamos já em pleno Inverno. Ao pé de Ramila de Baixo, na Relva da Moura, deixámos as nossas bicicletas para um pequeno desvio de 5 minutos a pé. O propósito foi chegar a um acolhedor recanto no meio de abundante vegetação junto às águas cristalinas do Rio Sever. Valeu a pena. Continuámos até Santo António das Areias, uma aldeia pitoresca e bem cuidada onde subsistem ainda algu­mas casas com traços senhoriais. No largo da igreja aproveitámos um momento sem chuva para o nosso já aguardado pic-nic.

A partir de Santo António das Areias começámos a pedalar por uma zona mais aberta onde as vistas são desafogadas. Ao longe conseguíamos ver a vila de Marvão, no alto do seu penhasco. O campo é ondulado e os caminhos e trilhos ladeados por intermináveis muros de pedra. Nos Açores, na ilha Terceira, diz-se que se construíram os muros para libertar a terra da pedra. Aqui parece o mesmo mas, ainda assim, sobra imensa. A agricultura parece impossível mas as casas em ruínas pelas quais vamos passando revelam que, antigamente, houve aqui intensa actividade. Algumas estão em locali­zações que nos fazem sonhar. Passámos por Cabeçudos, Vale da Escusa e pedalámos ao longo da ribeira do Cabril. Alguns caminhos são pou­co ou nada utilizados. Em algumas passagens tivemos que desmontar das nossas bicicletas e caminhar a pé. Faz parte da aventura e de explorar o desconhecido. Na Beirã encontrámos a passagem de nível encerrada. Aqui, o caminho-de-ferro continua activo e, expectantes, aguardámos a passagem do comboio. No meio do campo é sempre um momento engraçado, por nada em especial mas apenas pelo respeito que inspira e que faz todos parar à sua passagem. As horas (e o tempo de luz) aconselharam-nos a atalhar caminho. Olhámos para o mapa e decidimos arriscar por um caminho que vai a direito na direcção de Marvão. Passámos a Gamacha, a Castinceira, a Bica e o Souto Ferrador. Mais à frente, mesmo antes de chegar à Maceira passámos perto de um caminho de asfalto. Comentámos ser esta a última oportunidade para optarmos por um caminho civilizado. Mas, por aí, a distância era muito maior e a aventura continuava a apelar-nos. E, como muitas vezes acontece nestas situações, o caminho vai-se desvanecendo até acabar num campo ou numa casa desabitada. É normalmente quando já avançámos tanto que ninguém quer voltar para trás e.. .para a frente (para cima), fica uma encos­ta intransponível de bicicleta. Do lado de lá, a cerca de 500 metros vemos a estrada principal. Nestas alturas a determinação confunde-se com a teimosia (‘Tem que haver um trilho a fazer a ligação"). E voltámos a acabar com as bicicletas às costas. Mas não chovia e, quando parávamos para descansar e nos voltávamos para trás podíamos desfrutar uma vista magnífica e a sensação de um dia muito bem passado. Se decidires fazer esta rota recomendamos que, na parte final, faças o regresso por Maceira até à Fonte do Carvalho e depois pelo alcatrão até Marvão. Este percurso, no seu todo ou parcialmente, é também reco­mendado para fazer a pé.

Para mais informações escreve-nos para filipepalma@filipepalma.pt ou consulta o site www.filipepalma.com

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Encontro com a Natureza!

Partimos de Sobral Fernando, a 14 km da nossa base em Oliveiras e a 23 km de Proença-a-Nova. Na parte mais baixa desta pequena aldeia encontra-se um placard explicativo do passeio sugerido. A partir daí, o percurso está bem indicado com os sinais de Pequena Rota (PR). Subimos por Sobral Fernando acima e, ao fundo, virámos à esquerda deixando o povoamento para trás. Cerca de 70 metros mais à frente virámos na primeira à direita e passados outros 50 metros novamente à direita. Continuámos sempre a subir pelo caminho de terra batida, por mais 150 metros e, entrando na área florestal dominada por pinheiros bravos virámos à esquerda para cima. Passados cerca de 50 metros encontrámos uma bifurcação e seguimos pela direita. A partir deste local a orientação é muito fácil pois apenas temos que seguir o caminho principal. Este é o aproveitamento de um estradão e, embora o fizéssemos a pé também poderíamos ter escolhido a bicicleta de montanha. Nesse caso, ao invés de um passeio fácil, teríamos um de dificuldade média. As paredes rochosas abundam nesta área e é onde os grifos, uma espécie de abutre, constroem os seus ninhos a partir dos quais se lançam nos seus voos majestosos aproveitando as térmicas para se elevarem aos céus. E assim, a meio do dia, que estava bastante quente para a época do
ano, finalmente avistámos vários exemplares destas aves que podem atingir dois metros e meio de envergadura. Os grifos põem o seu único ovo no final de Janeiro e até as crias realizarem o seu primeiro voo poderão decorrer quase seis meses. Esta é a razão pela qual, entre Janeiro e Junho, é interdito escalar nestas vertentes rochosas pois a escalada é também uma aliciante desta zona. Em Portugal, além dos Parques Naturais do Douro Internacional e do Tejo Internacional, aqui é onde se pode avistar esta espécie de aves. Acompanhámos o rio Ocreza, um afluente do Tejo, e encontrámos vários placards explicativos da natureza à nossa volta, quer seja da fauna ou da flora. A lontra encontra-se nas águas bastante límpidas do Ocreza enquanto que a cegonha pre­ta, cujas rotas migratórias são as mesmas que os grifos, prefere os penhascos de difícil acesso. Não avistámos nenhuma destas espécies mas ficámos a saber da sua existência aqui. Lá em baixo, os pequenos rápidos que conseguimos ver do cami­nho sugeriam boas condições para a canoagem. As margens altas, inclinadas e rochosas fazem deste um rio bastante bonito. A partir dos cerca de 2,5 km do percurso, passámos a acompanhar a ribeira do Alvito envolvida por um manto de oliveiras em ambas as margens. Quando encon­trámos um desvio para baixo, decidimos aceder à ribeira para fazer o nosso pic-nic. Foi uma excelente ideia que todos apreciámos pois este percurso, embora bastante bonito, está sempre bastante acima do nível do rio e da ribeira. Terminámos a nossa caminhada em Carregais. Sem contar com o pic-nic e a um ritmo lento, durou cerca de 3 horas. Podes regressar pelo mesmo caminho ou, antes de começares a cami­nhar, ires deixar um carro ao final do percurso. Há ainda uma possibilidade de continuares por outra PR que começa mesmo em Carregais. Não percas o Ocreza!

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Situado num típico montado alentejano com cer­ca de 20 hectares, rodeado de sobreiros, azinheiras e vários tipos de espécies de árvores, o Monte Selva­gem é o local ideal para se visitar com crianças. Com mais de 200 animais, distribuídos por 60 espécies diferentes, este espaço faz as delícias da pequenada e alerta-os para os problemas ambientais.

O Monte Selvagem está dotado de diversas infra-estruturas para melhor acolher quem o visita, tais como vários bares e esplanadas, um parque de me­rendas, diversas áreas para festas (de aniversário ou outros eventos), refresca-dores selvagens para os dias mais quentes, um parque de estacionamen­to e acessibilidade para pessoas com deficiências físicas, bem como uma loja com merchandising e informação sobre o par­que. As visitas podem ser pedestres ou a bordo de um pequeno comboio.

Tel:265894377. Visite www.monteselvagem.pt

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Primeiro Parque Infantil, a nível nacional, con­cebido exclusivamente para crianças, é uma das grandes atracções infantis da cidade de Lisboa. Aproveite o Dia da Criança e leve os seus filhos a desfrutarem de uma área recreativa, unicamente pensada para eles, com mais de 2,80 hectares.

Os equipamentos encontram-se distribuídos por faixas etárias: uma zona com torres multifunções e baloiços para crianças até aos seis anos e uma zona com equipamentos para crianças dos seis aos 12 anos. Pode ainda encontrar um Parque Aventura, onde se insere uma tenda, uma caravela e um com­boio em Madeira. Localizado na zona sul do Parque Florestal de Monsanto, está aberto das 9h às 20h de 1 de Abril a 30 de Setembro e das 9h às 18h de 1 de Outubro a 31 de Março.

Para mais informações con­tacte: tel.: 218 170 200; e-mail: desa@cm-lisboa.pt

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VISITA

Voos rasantes, olhos penetran­tes, garras e bicos afiados… Diariamente, no Park&Zoo S. Inácio, em Avintes, Vila Nova de Gaia, realizam-se duas ou três demonstrações de voo e treino de aves de rapina, como por exemplo águias, falcões e co­rujas. Para os mais destemidos, existem também as fascinantes demonstrações de répteis, onde é possível provar que estes animais não são tão assustado­res como muitos julgam. Mas o Park&Zoo S. Inácio tem uma novidade: a demonstração mis­ta, que pode juntar aves, répteis e mamíferos! Aqui a mascote do | Park&Zoo S. Inácio, a arara azul e amarela "Inácio", tem uma participação activa, garantindo a animação e a interacção com o | público de todas as idades.»

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Orquídea Ecológica

Tudo neste luxuoso hotel de Bombaim – desde os cabides feitos de serradura reapro­veitada aos painéis interiores fabricados com restos de fer­tilizantes – foi concebido para ser o mais ecológico possível. O átrio principal foi desenhado de forma a captar a máxima quantidade de luz natural e a clarabóia no telha­do permite ter exposição so­lar extra. O restaurante e as janelas foram construídos com madeira reciclada. O hotel também apoia o "Projecto de Compostagem Nirmalaya", em que todos os restos do festival Ganesh, que se rea­liza anualmente e que dura dez dias são convertidos em fertilizantes biológicos.

Desde 270 € por pessoa e por noite, com pequeno-almoço. www.orchidhotel.com

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Uma casa nas árvores

La Renardière, uma reserva natural a apenas algumas ho­ras de distância de Paris. A sua casa vai estar nas alturas, num castanheiro com 200 anos e nela podem dormir cinco pessoas. A água suja da casa na árvore é purificada passando por uma série de recipientes com juncos, plan­tas e rocha vulcânica. Os pro­dutos de toilette são amigos do ambiente, bem como os produtos de limpeza usados para manter o local imacula­do e puro. O pequeno-almoço é biológico e entregue na sua árvore num cesto – tu­do feito em casa e preparado pelos proprietários, desde os doces ao pão e à manteiga. O La Renardière trabalha em conjunto com estudantes lo­cais para conseguir manter e optimizar a rica biodiversi­dade e os ecossistemas do lu­gar. As crianças das escolas criaram um jardim natural concebido para crescer con­soante as estações do ano. Os artistas locais cujo trabal­ho tenha sido inspirado por este lugar são convidados a expor lá.

Desde 250 € por pessoa por duas noites, com pequeno-almoço. www.perchedansleperche.com

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O poder do sol:

O primeiro "riad" biológico do Norte de África combate a aragem húmida vinda do Oceano Atlântico com o pavi­mento aquecido a energia solar. A roupa de cama é de origem biológica e hipoalergenica, já que é feita localmente com uma fibra chamada "kapok". A comida vem da quinta do "riad", onde não se usam pesticidas. A sauna é a mais antiga da cidade, mas foi renovada para funcionar a energia so­lar. Esta jóia encantadora foi totalmente construída com tijolos de argila feitos à mão e fica convenientemente per­to do animado mercado e do paraíso do surf que é a costa de Essaouira. Há uma peque­na biblioteca nas traseiras do hotel, bem como um terraço no telhado onde pode apan­har banhos de sol.

Desde 40 € por pessoa e por noite, com pequeno-almoço incluído. www.lallamira.com

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