Turismo cá dentro

O seu destino mesmo aqui ao lado

Receba por mail os novos destinos:

Delivered by FeedBurner

Galiza: Hotel “A Quinta da Auga”

Publicado por turismo
01/06/2010

Londres

Publicado por turismo
06/05/2010

Chegue ao seu destino de forma original

Publicado por turismo
22/04/2010

Irlanda do Norte

Publicado por turismo
15/01/2010

Himalaias

Publicado por turismo
14/12/2009

Arquivo de Julho, 2009

Longe dos mares do Pacífico Sul, mas perto do paraíso, a Praia do Forte é um dos últimos lugares (quase) intocados do litoral brasileiro. São 12km de praias semidesertas, cinco reservas naturais protegidas, a mata de coqueiros mais densa do Nordeste, uma vila de pescadores… e um dos melhores “resorts” do mundo

Conhecida por ser todos os anos ber­ço de mais de 65 mil tartarugas que ^nascem nestes areais, a Costa dos Coqueiros é um dos últimos refúgios tropi­cais do Brasil onde ainda não chegou o tu­rismo de massas. Por aqui não há grandes resorts de betão e palmeiras artificiais com muitos bares com néons e lojas de souvenirs. Em vez disso, ecologia, conservação doCosta dos coqueiros 2 ambiente, reservas naturais e ecoturismo são mais do que palavras… são acções. É aqui, a pouco mais de 50 quilómetros de Salvador da Bahia, que fica a Praia do Forte. Tem uma vila pequena, com casinhas baixas e lojas coloridas (que por lei não po­dem ultrapassar a altura dos coqueiros), uma praia onde os jet skis e as motos de água são proibidos, e um resort- o Praia do Forte Eco Resort & Thalasso Spa – onde se aprende a reciclar papel, a fazer a separa­ção do lixo e a preservar a natureza. "Usu­fruir sem destruir" é o lema local. E tudo isto inserido numa paisagem de 250 mil metros quadrados, com um sol per­manente e uma temperatura média de 28 graus – tanto do ar como da água do mar -, ao som dos batuques do samba e dos vio­lões do chorinho, com sabores quentes tem­perados a azeite dendê e leite de coco bem gelado. E muito chopinho e muita caipirinha de frutos tropicais à mistura, com os pés descalços, enterrados na areia. No meio de dois mergulhos que o calor abafa e o Ve­rão na Bahia é eterno. Se fosse só isto já se­ria maravilhoso. Mas é mais. Muito mais…

Começa logo pela sala privada do resort no aeroporto de Salvador, onde somos re­cebidos Costa dos coqueiros 3 com bebidas geladas e toalhinhas refrescantes, 11 horas depois de deixar Lis­boa numa manhã fria de Inverno. Seguem-se 45 minutos de estrada e o primeiro im­pacte: o resort está perfeitamente integra­do na paisagem – da praia não se consegue ver o hotel -, totalmente construído em ma­deira, vergas e colmo, num estilo semelhan­te ao que se vê na Polinésia Francesa, e aberto para o mar, com areia, coqueiros, jar­dins de árvores exóticas e relvados a per­der de vista. Ao pequeno-almoço do dia seguinte, re­paro que a maioria dos clientes são casais em clima romântico ou famílias com crian­ças. Muitas crianças. Mas, incompreensivel­mente, só se vêem ao pequeno-almoço. Du­rante o dia não se ouvem choros, gritos, gar­galhadas, reprimendas, birras de sono, chapinhares na água. E também se vêem poucos adultos, seja na praia, nas duas pis­cinas ou nos jardins. Apenas uma pessoa aqui, um casal ah, duas ou três pessoas aco­lá. Tudo com a máxima serenidade, num sossego absoluto,Costa dos coqueiros 4 intercalado apenas pelo barulho do mar, o resfolhar das palmeiras e o som da passarada – a Praia do Forte tem mais de 245 espécies classificadas de aves. O segredo para esta paz passa, sobretu­do, pela separação das áreas de crianças e adultos. Não faltam ainda sugestões para pas­seios a cavalo e de moto4, caminha­das a pé por trilhos ecológicos e visitas guia­das de um dia a Salvador, com passagem pela Barra, pelo mercado, pelo Pelourinho bairro de Santo António, com as suas coloridas e os seus cafés com vista pa-Baía de Todos os Santos – com tempo calma, para quase se sentir dentro livro de Jorge Amado. Ao fundo da rua principal, a Alameda do Sol, fica a sede do projecto Tamar, uma organização sem fins lucrativos que zela pela preservação das tartarugas. Na com­panhia da bióloga Cláudia Zanette, coor­denadora do centro ambiental do eco re­sort, paulista de nascimento mas baiana de coração, ficamos a saber que, nos tempos idos, os pescadores da região tinham por hábito matar as tartarugas que por aqui an­davam, para alimento. E faziam o mesmo com os ovos, um verdadeiro pitéu, ao que parece.

Para lá das tartarugas, das baleias e do ecoturismo, a Praia do Forte também tem história e Costa dos coqueiros cultura. Foi aqui que desembar­cou, no século XVI, o almoxarife real por­tuguês Garcia D’Ávila. "É a ele que se deve a introdução do coqueiro nesta costa. Foi ele que o trouxe da índia para aqui", diz Claudia. "E foi também ele que lançou as bases para aquele que viria a ser o maior latifúndio do Brasil", uma fazen­da de coqueiros que ocupava cerca de dez por cento do território da então co­lónia. Da história restam agora os cocos e o castelo que Garcia D’Ávila mandou erguer – o único de estilo medieval no Brasil – já em ruínas, mas ainda comuma vista de sonho. Cláudia continua a desfiar história: "Nos anos 70 chegou aqui um paulista, descendente de alemães, chamado Klaus Peters, que comprou toda a terra da Praia do Forte. Sempre com a ideia de preser­var a vila de pescadores e de não ‘expul­sar’ a gente local. Gu seja, com a ideia de não trazer apenas betão." Uma ideia que muitos acharam utópica, na altura, mas que se mantém até hoje. Para proteger a vila e os seus pesca­dores, Klaus Peters – também responsá­vel pela construção do Eco Resort – obri­gou a prefeitura local a fazer um contra­toCosta dos coqueiros 5 com os moradores, de forma a que estes possam apenas doá-las aos seus herdei­ros. "Desta forma ele estava a tentar que não acontecesse aqui o que aconteceu em muitos sítios no litoral do Brasil: logo que um turista chegava, o nativo vendia a sua própria casa e, em poucos anos, aquilo que era uma vila característica, acabava ficando uma vila urbana."

"Continua a ser uma terra de boa gen­te", salienta Cláudia. Boa gente de tra­balho, boa gente do mar, boa gente anti­ga, de pele encarquilhada e histórias pa­ra contar. Como a Dona Mariazinha, 84 anos,n&scidar e criada na Praia do Forte, "quando as ruas ainda eram todas de areia, as casas de palha e a água para be­ber só vinha do rio". Dona Mariazinha, que fazia "bigode de coco e trança de cha­péu", hoje é conhecida por vender a sua famosa cachaça Cura Veado. "Já curei mui­to veado [gay], viu? Muito veado que veio aqui, bebeu minha cachaça e saiu homem a gostar de mulher", diz de sorriso ma­treiro acompanhado de piscadela de olho. Costa dos coqueiros 8 Hoje é também o dia em que o grupo Raí­zes do Forte se reúne no seu quintal, com muita cerveja, muito peixe grelhado, mui­to molho lambão e muita alegria. São qua­tro, cinco, seis, aqueles que aparecerem. Um toca com colheres de sopa, outro toca timbau, outro cavaquinho, outro violão. Há o Zéu, há o Damião, há o Motor. Há quem vai chegar e ainda não chegou. "Sempre há uma cerveja que sobra pa­ra quem vem por bem. E tudo junto dá uma mistura de chorinho, com samba, le­vada dechorinho e sambinha. Qualquer coisa bonita para caramba".. que até já foi descoberta por um editor de world music. "Levaram-nós para tocar na maior -sala de espectáculos de Salvador. Foi uma beleza^Foram aplaudidos de pé e agora vão editar um disco", conta Cláudia. Ulis­ses confirma. Ainda a leste do sucesso, contente por estar no seu quintal, na sua segunda-feira longe do mar, com os seus amigos e a sua cerveja…

Outra figura da terra é Doidão, arte­são premiado, que passa os dias no seu atelier na Alameda do Sol, a fazer escul­turas de cedro e jacarandá, dando vida às figuras doCosta dos coqueiros 6 Candomblé. É um atelier pe­quenino, com uma fama do tamanho dó mundo. "Já fiz exposições em França, em Boston, em Espanha. Vem aí gente de todo o mundo para comprar meus traba­lhos, mas o que quero mesmo é puder continuar aqui, onde tudo o mundo me conhece, onde me sinto bem." Não é di­fícil perceber porquê. Na Praia do Forte, sentimo-nos bem. Leves. Com todo o tem­po do mundo. Doidão tem razão. Ulisses também. Cláudia, que trocou "São Pau­lo pelo paraíso", soube o que fez. As tar­tarugas e as baleias escolheram um bom sítio para vir acasalar e ter filhotes.

Fonte: Global

 

Férias nos cenários do filme “Mamma Mia!”

Já alguma vez pensou on­de "Mamma Mia!" foi realmente filmado? A boa notícia é que os cenários são mesmo reais.

Obviamente que não existe uma ilha chamada Kalokairi – que significa Verão em grego – mas existe o paraíso de Skopelos. A maior parte das filmagens decorreu nes­ta pequena ilha grega no norte do mar Egeu. Outras cenas foram filmadas na vi­la costeira de Damouchari, na Península de Pelion. A praia de Kastani, na cos­ta sudoeste de Skopelos, foi o principal local de filma­gens. Fica a 15 quilómetros da cidade de Skopelos. É uma praia isolada, para lá chegar é preciso percorrer um caminho de terra com cerca de 500 metros, mas é bastante popular nos meses de Julho e Agosto. A praia de Damouchari é famosa pelos seus enormes seixos brancos, água azul e cristalina e pelas grutas e rochas que a rodeiam. Da­mouchari é também uma pequena e pitoresca aldeia onde, a não ser que seja pes­cador, não há muito para fa­zer.

Onde ficar

A ilha de Skopelos tem ho­téis, estúdios simpáticos e apartamentos mobilados. Mas o melhor lugar para fi­car é a cinco minutos do porto: o Aperanto Galazio tem estúdios totalmente equipados para duas pes­soas ou pequenos aparta­mentos com capacidade pa­ra quatro pessoas. Tome o pequeno-almoço na varan­da, que tem uma vista ma­ravilhosa para o mar. Em al­ternativa pode escolher os Andromachi Studios, na co­lina sobre a baía.

Onde comer

Um dos restaurantes mais conhecidos de Skopelos é o Koralli, na praia Agnondas, a oito quilómetros do cen­tro de Skopelos. Aprecie o peixe fresco, o esparguete com lagosta e as especiali­dades gregas enquanto be­be um "ouzo" fresco. O Terpsis – que significa pra­zer em grego – fica a cami­nho da praia de Stafilos. O restaurante tornou-se famo­so no início dos anos 70 gra­ças a uma receita de gali­nha recheada; só os proprie­tários a conhecem e não a partilham com ninguém. Experimente a galinha re­cheada com nozes e espe­ciarias, cozinhada durante horas em molho de tomate e nunca mais se vai esque­cer do seu sabor.

Compras

As melhores lojas ficam perto do porto e vendem produtos como olaria, jóias e rendas, bem como peças de artesanato de artistas lo­cais.

Sair

A vida nocturna de Skope­los não é propriamente igual à de Mykonos, embo­ra existam muitos bares e discotecas para beber e dan­çar até ao amanhecer, prin­cipalmente em Julho e Agosto. Comece a noite no Plátanos Jazz Bar junto ao porto antigo. Para dançar vá ao Metro ou ao La Costa.

Skopelos Skopelos 4
Skopelos 2 Skopelos 3
Skopelos 5 Skopelos 8
Skopelos 6 Skopelos7