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Galiza: Hotel “A Quinta da Auga”

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06/05/2010

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15/01/2010

Himalaias

Publicado por turismo
14/12/2009

Arquivo de Setembro, 2009

Cenários únicos

image thumb14 Passagem Drake e Península Antártida

Uma viagem a um continente mítico e praticamente inacessível, recheado de icebergues, pinguins, orcas, onde o som do vento é uma constante e os céus são vastos e luminosos. Com partida num pequeno navio preparado para embater no gelo, o percurso irá ser preenchido de história e aventura: a passagem Drake, Paradise Bay, Deception island, ilhas Shetland do Sul e ilha Petermann. Tudo isto com o acompanhamento de cientistas e pessoal especializado que irão explicar tudo sobre a Antártida, através de apresentações em auditório ou mesmo durante excursões em terra. Tudo sobre a ecologia, equilíbrio ambiental, a vida selvagem, bem como a protecção da mesma. Vais ser surpreendido por cenários que nunca imaginaste: montanhas, neve, gelo, e seus glaciares fluindo para o oceano. Além disso irás encontrar espécies animais: pinguins de adelia e pinguins imperadores, orcas e baleias corcunda, focas leopardo e diversas espécies de aves como fulmares gigantes, painhos-de-Wilson, moleiros (skuas), corvos de olhos azuis, e muitos outros. A noite tens a possibilidade de assistir a espectaculares auroras australis que cobrem o céu com traços luminosos esverdeados e alaranjados. Mais informações: www.rotasdovento.com

No Alentejo, nasceu há três anos o Ecoland, uma boa oportunidade para fazer uma pausa na vida urbana.image thumb11 Tranquilidade, ar puro e turismo rural

Na paz do Alentejo profun­do uma casa antiga dá vida a uma quinta rural. No Par­que Natural do Vale do Guadiana, em Corte Gafo de Cima, nasceu há três anos o Ecoland. "É uma ca­sa totalmente recuperada, mas que mantém caracte­rísticas tradicionais", expli­ca Cláudia Melo, responsável pelo espaço.

São quatro os quartos disponíveis, nesta típica casa alentejana, de paredes brancas e azuis. Mas a cor é palavra de ordem neste pe­queno recanto alentejano. "O espaço foi decorado muito à base de cor, todos os quartos têm cores dife­rentes", explica. Cores quentes e fortes que lem­bram um Verão alentejano. Cláudia Melo lembra ain­da que existe na Ecoland uma área comum, onde são servidas as refeições, bem como um alpendre e jardins de plantas aromáti­cas que pedem uma visita. A gastronomia servida na Ecoland é local, mas há também a opção vegetariana, lembra a responsável. "Assim, é possível almoçar e jantar aqui, um espaço bem mais pessoal do que um restaurante", avança.

"Quem procura a Ecoland vem em busca de tranquilidade, descanso, sossego e cal­ma", diz Cláudia Melo. E alcança essa paz, um mundo diferente das férias que se fazem em praia, no meio da confusão. "As pessoas procuram um espaço cal­mo, para poder ler um li­vro, sem confusão. Para já, "a Ecoland, atrai um públi­co de todas as idades, desde os 25 aos 65 anos", diz.image thumb12 Tranquilidade, ar puro e turismo rural

Além do descanso e cal­ma que definem esta casa, os visitantes podem optar por praticar caminhadas. Como turismo rural ofere­ce actividades de ecoturismo. "Há percursos pedestres temáticos dentro do Parque do Vale do Guadia­na. Há vários temas desde os ecossistemas, a fauna e flora, temos ainda um per­curso sobre a Mina de São Domingos", enumera Cláu­dia Melo. No Verão, outro dos desportos procurados é a canoagem. Para os mais radicais a Ecoland disponi­biliza ainda actividades de BTT.

Mais informações neste link.

A aventura de navegar

Descer o Guadiana em caiaque foi a aventura de eleição para este mês. Abraçado por uma paisagem tipicamente alentejana de montes ondulantes onde se destacam as azinheiras e os sobreiros este rio é muito bonito e muito tranquilo. Esta paz é apenas "perturbada" por alguns rápidos vigorosos e aliciantes que fazem desta navegação um prazer infindável…

A ROTA

PARQUE NATURAL DO VALE DO GUADIANA

Um rio de águas planas com alguns açudes e rápidos!

Integrado parcialmente no Parque Natural do Vale do Guadiana, o Guadiana é um dos nossos rios internacionais. Nasce em Espanha nas Lagunas de La Ruidera a 1700 me­tros demapa rota altitude. Desde aí até à sua foz, entre Vila Real de Santo António e Ayamonte, percorre  829 km em território ibérico. Em Portugal entra a uma altitude de cerca de 150 metros o que, em 260 km de comprimento até ao seu final, faz com que o seu desnível seja muito pequeno. O seu cur­so é interrompido por alguns açudes que permitiram desde os tempos antigos movimentar as azenhas. É por isso um rio muito suave com algumas zonas de corrente, alguns rápidos mas maioritariamente águas planas… Com família e amigos partimos de Lisboa para o Baixo Alen­tejo, na direcção de Beja. Daqui fomos pela estrada nacional 260 e 7 km antes de chegarmos a Serpa parámos na ponte sobre o rio Guadiana. Foi o nosso ponto de partida. O nosso objectivo para dois dias era chegar ao Pulo do Lobo, um es­treitamento do rio que acaba com uma espectacular queda de água de 13 metros, num percurso total de 24 km. Enquanto alguns ficaram a preparar toda a logística, outros foram levar um dos nossos carros ao ponto de chegada. Regressámos ao ponto de partida e, após todos os prepara­tivos logísticos, iniciámos o nosso briefing. Sendo de águas planas, o rio é de navegação muito fácil mas tem como desafio a superação dos açudes e dos seus rápidos. Temos que ter a noção que os açudes, aparentemente inofensivos, podem provocar acidentes graves, apesar de, por outro lado, ser divertido descê-los. Com todos nos respectivos caiaques, toda a bagagem a bordo, e os dois cães a procurarem a sua posição mais confortável no meu caiaque duplo, partimos. Passado algum tempo começámos a ouvir água a correr. Aproximava-se o nosso primeiro açude, os Moinhos da Corte Piorninho. Dei indicação para se juntarem todos na margem enquanto eu ia ‘diagnosticar’ o nosso obstáculo. O rápido ficava no lado es­querdo do açude e era pequeno mas ligeiramente em curva para a direita. Fazer aqui uma portagem foi um processo de­morado: aproximar o caiaque da margem, sair, transportá-lo pela margem, voltar a entrar… Mas superou-se! Continuámos a navegar para jusante. Passado mais algum tempo, já estávamos no fim da tarde, apareceu novo açu­de, o Moinho do Farrobo. Parámos para avaliar este novo obstáculo e, consultando o nosso mapa, considerámos estabelecer o nosso campo de pernoita ali mesmo. Levantamo-nos na manhã seguinte, olhámos para o mapa: dos 24 km que tínhamos que percorrer em dois dias, estavam cumpridos 2,5 km.image thumb13 Outdoor – De caiaque no vale do Guadiana Flexibilidade para ajustar um programa de outdoor é essencial para quem se lança à aventura. O Pulo do Lobo já estava fora de questão, iríamos até onde nos sentíssemos confortáveis e divertidos. No caminho passámos por uma ilha onde reside uma colónia de garças boieiras. A abundância das aves junto aos rios é outro dos atractivos das aventuras náuticas. A transposição do terceiro açude foi mais simples e todos o fizemos sem dificuldades de maior. Contudo, o seguinte, nas Azenhas dos Machados e dos Machadinhos, foi mais impres­sionante: o desnível era maior e a água muito esbranquiçada pela velocidade com que corria sobre as pedras. Mais uma vez parámos para "estudá-lo", ninguém queria "ir à água". Uns desceram o rápido de caiaque e outros a pé. No último rápido, na Azenha de Quilos, fui à frente para indicar o caminho. O rápido tinha bastante força e eu teria que sair da corrente principal logo após a descida para não ir contra os ramos pontiagudos que me poderiam prender ou ferir a cara. Antes do açude comecei a remar com muita força para ganhar balanço e tentar ter a minha trajectória independente da corrente. Desta forma poderia ir para onde queria e não para onde a corrente me levasse. Mas, à saída do rápido, havia também uma onda que me fez desequilibrar e, para evitar que o caiaque se voltasse ao contrário, deixei-me ir para dentro de água. A nadar puxei logo o caiaque para fora da corrente cumprindo assim o objectivo de não ir para os ramos. Molhar-me foi secun­dário… O meu exemplo fez com que os outros fizessem a passagem pelo lado. Perto do Monte da Barca decidimos que seria o fim da nossa descida e dois de nós pedimos boleia até Serpa enquanto os outros trataram de arrumar todo o material. Estávamos todos satisfeitos com a aventu­ra mas também pelo regresso ao outro conforto.

Capital bósnia tem muito para mostrar

Mesquitas, igrejas, largos e esplanadas são os cartões de visita de Sarajevo.image thumb8 Sarajevo: a olhar para o futuro

"Musej". A palavra significa museu e está escrita na pa­rede de um dos edifícios em­blemáticos de Sarajevo, a ca­pital da Bósnia-Herzgovina. Foi na esquina onde está si­tuado o "musej" que foram assassinados, a 28 de Junho de 1914, o Arquiduque Fran­cisco Ferdinando, herdeiro do Império Austro-Húngaro, e sua esposa, Sofia, crime que fez eclodir a primeira Guerra Mundial, entre 1914 e 1918.

Sarajevo é, assim, uma cidade cheia de história. Antiga e recente. A tragédia marca a capi­tal da Bósnia-Herzgovina e essa realidade fica patente assim que se sai do aeropor­to. Os buracos das balas da guerra civil que assolou o país, entre 1992 e 1995, fa­zem parte da arquitectura dos prédios. É impossível fi­car indiferente a este cená­rio. São as cicatrizes do con­flito. Porém, tudo melhora, e muito, quando se chega ao centro da cidade, entre­tanto reconstruído.

Inúmeras esplanadas pol­vilham a zona central, onde se pode sentir o pulso da ci­dade. Aliimage thumb9 Sarajevo: a olhar para o futuro vislumbram-se as três etnias existentes na ci­dade: bósnios-muçulmanos, sérvios bósnios e croatas bósnios. Os primeiros, a maioria, são mais facilmen­te identificáveis, sobretudo as mulheres, com o seu tra­dicional lenço na cabeça. Olhando para o lado, estão os sérvios ou os croatas com uma indumentária bem mais europeia. Mais liberal.

A diversidade étnica de Sarajevo fica bem patente nas mesquitas e igrejas, or­todoxas ou cristãs, que exis­tem na capital bósnia. Edifí­cios religiosos de uma bele­za rara e que agradam aos mais variados gostos.

Nas mesquitas os muçul­manos rezam. O ritual é tão comum que, por instantes, parece que se está fora da Europa. A Mesquita do Im­perador merece uma visita. Assim como o Bazar. O co­mércio de artesanato, me­tal, peles, calçado e ves­tuário faz-se nas ruas estreitas que costuma desem­bocar em bonitas pracetas. A maior parte do que se vende apenas serve de recor­dações, mas nada fal­ta. Nem as camisolas dos dois novos heróis bósnios, os futebolistas Dzeko e Misimovic, campeões da Ale­manha pelo Wolfsburgo.

Assentam-se os pés na ter­ra regressando à Europa de Leste, ao assistir aos jogos de xadrez em tamanho gigante muito concorridos e levados a sério pelos habitantes lo­cais. Apenas duas pessoas jo­gam, mas a plateia está sem­pre muito composta e quase todos dão a sua opinião. Im­perdoável é não ir à Igreja de Santo António.

Nas margens do rioimage thumb10 Sarajevo: a olhar para o futuro

É ao longo do rio Miljacka, o qual atravessa a cidade, que está a grande vida de Saraje­vo. Cafés, esplanadas e uma noite já animada são alguns dos cartões de visita da capi­tal bósnia. Os eléctricos, cu­jas linhas são paralelas ao rio, são autênticas relíquias. Não são tão antigos como os mais velhos de Lisboa ou do Porto, mas já têm uma ida­de considerável. Para quem gosta de se di­vertir à noite existe já um razoável número de discote­cas e bares. Sarajevo não é propriamente uma cidade cosmopolita, mas o METRO cruzou-se com muita gente não indígena, como um gru­po de portugueses que dis­cutiam os atributos físicos de uma rapariga local.

Pitas, pratos que mistu­ram várias carnes com cebo­la e queijo e peixe do rio fa­zem parte da gastronomia local, que também é de boa qualidade.

Fugindo ao calor e ao trânsito no berço da civilização. A capital do Egipto é uma cidade louca que se deve visitar. Os monumen­tos e uma vida muito própria tornam o Cairo um local fascinante.image thumb4 Táxis e cafés no Cairo

Uma visita ao Cairo passa sempre por testemunhar locais fenomenais, como a Esfinge e as pirâmides em Gize, a fortaleza antiga ou o Museu Nacional, onde se destaca uma colecção em­polgante de sarcófagos e estátuas de deuses egípcios antigos. Mas quando riscar estes monumentos da sua lista de “locais a visitar”, está então na hora de se divertir, entreter e relaxar.

O Cairo é uma cidade enorme e o trânsito é de loucos, com quatro mi­lhões de carros nas ruas. Apanhar um táxi é a forma mais fácil de chegar de um ponto ao outro da capital egípcia. Mas atenção, mes­mo que seja um ás a rega­tear, estará sempre a pagar mais por um táxi do que os egípcios. Mesmo assim, continua a ser muito mais barato do que na maioria das cidades europeias.

Comece a visita no cen­tro da cidade, na baixa do Cairo e conheça desde logo a energia desta metrópole que nunca dorme. Veja as lojas, regateie os preços dos presentes que comprar e tome uma bebida no El Bar de Horreya em El de Bab Quadrado de Louk. Pa­ra um lanche rápido, pode comprar uma sanduíche de falafel por cinco libras egípcias, menos de um euro.image thumb5 Táxis e cafés no Cairo

Depois de deixar a Baixa siga para uma atmosfera mais relaxada. Apanhe um táxi até à ilha verde de Za­malek, rodeada pelo pode­roso rio Nilo. Aqui vai encontrar bares, restauran­tes, livrarias e vários estu­dantes egípcios que pas­seiam nas margens do Ni­lo, enquanto desfrutam de uma xícara de chá de men­ta em um dos muitos cafés daquela zona. É o lugar perfeito para terminar um dia na grande cidade de Cairo. Desfrute!

Onde ficar:

Odeon Palace Hotel, na baixa do Cairo, Abdel Hamid Said 6. Este hotel de três estrelas tem um look egípdo, o restaurante está aberto todo o dia e tem uma vista fantástica sobre o Cairo. Por 25 euros por noite para um único quarto, e 29 eu­ros para um quarto duplo.

Onde comer:

Restaurant Abou el Sid, 26th of July street 157, Zamalek. O restaurante está bem deco­rado, e serve pratos deliciosos da cozinha egípcia, misturada com pratos de influência turca e libanesa. Os preços rondam os 10-15 euros.

Onde beber:image thumb6 Táxis e cafés no Cairo

Para uma cerveja barata e um bom ambiente visite o El Hor­reya Pub, na baixa do Cairo, na praça Bab el Louk Square. Meio litro de Stella por 1,28 euros. El Horreya é conhecido como o Café da Liberdade.

Música ao vivo:

Enérgico e com música ao vivo quase toda a noite, o Cairo Jazz Clube, em Zamalek, é bem frequentado e tem bons preços na comida e bebida.

Conselhos úteis:

As mulheres devem usar roupas conservadoras. Os preços dos bilhetes de avião variam. Não pague mais de 400 euros. image thumb7 Táxis e cafés no Cairo

Apanhe um táxi e negocie um preço antes de entrar. Depois de comprar uma lembrança pergunte ao dono de loja o que é um bom preço de táxi. Evite ir ao Cairo em Julho e Agosto.

Longe do turismo de massas, rodeada de praias de areia branca e mar cristalino, Ko Lanta é uma das ilhas mais bonitas da Tailândia. Para dias de sol, mergulho e boa comida. image thumb1 O outro lado da Tailândia

A ILHA DE Ko Lanta é um daqueles destinos no sudoeste asiático que fazem acreditar que ainda pode haver turismo de qualidade. Sem a confusão de Phuket ou de Ko Samui, sem en­chentes, sem praias pejadas de re-sorts, sem espreguiçadeiras de plás­tico alinhadas na praia; mas com sol, calor, praias desertas, exotismo e uma paisagem muito tropical.

A duas horas do aeroporto de Krabi, perto das idílicas ilhas Phi Phi

- Cenário de perfeição do filme A Praia, com Leonardo DiCaprio – em pleno mar de Andamão, Ko Lanta não tem mais de 32 km de compri­mento por seis de largura. Nesse es­paço há longos areais e uma gran­de selva alinhada ao longo da cos­ta. Para sul, para lá de Ban Saladan

- Onde se localizam muitos dos lodges da ilha, restaurantes e bares -, fica o Parque Nacional de Lanta.

A ilha é perfeita para os fãs do mergulho. Nas águas de Andamão podemos cruzar-nos comimage thumb2 O outro lado da Tailândia alguns dos mais bonitos recifes de coral do mundo, pacíficos tubarões-baleia, barracudas e mantas. Cada mergulho custa cerca de 130 euros, já com todo o equipamento incluí­do, e há diversos centros na ilha onde marcar uma saída para o mar. Na costa Oeste de Ko Lanta ficam as praias mais bonitas, de mar verde-esmeralda, areia branquíssima e filas de coqueiros. Na ponta sudoes­te de Lanta, uma das jóias locais: o Pimalai, resort de luxo no meio de uma floresta tropical, sobre uma praia quase sempre deserta. Além de quartos duplos, dispõe de diver­sas villas, cada uma com piscina pri­vada e sala de cinema. Tem ainda quatro restaurantes, com comida local e internacional. Ao viajante que não queira pas­sar os dias a apanhar sol e a mergu­lhar, o Pimalai propõe diversas ac­tividades, como os cursos de cozi­nha tailandesa, uma das mais ricas do mundo. Entre sabores agridoces e picantes, merecem prova as so­pas, os diversos pratos de caril e os de peixe e marisco. Depois, nada melhor do que pegar numa das bi­cicletas do resort e partir à desco­berta da ilha.image thumb3 O outro lado da Tailândia

À noite, não há como aprovei­tar as temperaturas cálidas debai­xo do céu estrelado, sem deixar de passar pelo restaurante-bar Why Not, na praia do Pimalai, onde se reúnem todas as noites viajantes vindos de todo o mundo ao som de música étnica.

Só uma grande cidade para esquecer as férias

Tentações não faltam na capital espanhola. Haja vontade e energia!

Dizer “adeus até para o ano” às férias de Verão e regressar à rotina não tem necessariamente de ser penoso e, para ajudar à transição da areia para o cimento, nada como sin­tonizar a cabeça em tudo de quanto único só as ci­dades podem oferecer. E porque há cidades e cidades, fugir três dias rumo a uma verdadeira urbe tem tudo para dar novo alento ao longo pe­ríodo que se segue.image thumb Férias em Madrid

Madrid é uma opção a ter em conta, até porque para um fim-de-semana na capital espanhola pede–se mais disposição do que investimento financeiro. Única. Não faltam tenta­ções em Madrid, que pode não ser tão característica como a incomparável Se­vilha ou charmosa como a irresistível Barcelona, mas ainda assim é verdadeira­mente única. Seja, então, muito “bienvenido” à mais aber­ta e fervilhante das metró­poles ibéricas, nas pala­vras sábias do escritor pe­ruano Mário Vargas Llosa, uma cidade que “não per­tence a ninguém e é de toda a gente”. Pode ir sem medo, porque se vai sentir em casa!

Sugestão: Hotéis em Madrid