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Galiza: Hotel “A Quinta da Auga”

Publicado por turismo
01/06/2010

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Publicado por turismo
06/05/2010

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Publicado por turismo
22/04/2010

Irlanda do Norte

Publicado por turismo
15/01/2010

Himalaias

Publicado por turismo
14/12/2009

Arquivo de Novembro, 2009

Bósnios, sérvios e croatas habitam aquela que foi em tempos a Jugoslávia.

image thumb20 Bósnia Herzegovina

As religiões separam-nos. Há os católicos, os cristãos ortodoxos e os muçulma­nos. Há os que seguem o Papa, os que o desconside­ram e os que rezam a Alá.

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Geografia. Após a dissolu­ção da Jugoslávia, o país foi palco de uma sangrenta guerra civil. Surgiu esta re­pública federal, limitada a norte e oeste pela Croácia, a leste e a sul pela Sérvia e a sul pelo Montenegro. Tudo aconteceu quando, em Fevereiro de 1992, o povo da Bósnia-Herzegovi­na decidiu, em referendo, a independência da Repúbli­ca Socialista Federativa da Jugoslávia. A votação foi boicotada por sérvios e bós­nios, mas a independência foi aprovada. Participaram 63% dos eleitores e 99% vo­taram pela independência, logo reconhecida pela Co­munidade Europeia.

image thumb22 Bósnia Herzegovina

Actualmente, a popula­ção da Bósnia ronda os quatro milhões, sendo que em Sarajevo moravam 525.000 habitantes antes do conflito. Estima-se, con­tudo, que em meados de 1993 os habitantes da capital se tenham reduzido a 300.000, como consequên­cia da guerra civil.

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Política. A Bósnia-Herzegovina é composta por duas entidades politicamente autónomas: a Federação da Bósnia e Herzegovina e a República Sérvia. O cargo de presidente, eleito direc­tamente pelo povo, é exer­cido em rotatividade e du­rante oito meses por cada um dos membros da presi­dência do país: um bósnio, um sérvio e um croata.

image thumb24 Bósnia Herzegovina

Hoje, e depois da violen­ta guerra civil, os monu­mentos estão a ser recons­truídos e os acordos de paz garantem um clima tranquilo para os turistas, que são cada vez mais e que chegam sobretudo da Sérvia e Montenegro, Croácia, Eslovénia, Alema­nha, Itália, Estados Uni­dos, Polónia, Grã-Bretanha, Áustria e Espanha.

25 Novembro

Dia Nacional – Marca a data, em 1943, em que o país volta a ser reconhecido como nação soberana.

image thumb16 Istambul e os livros

Secular e moderna, euro­peia, muçulmana e asiáti­ca. É assim, cheia de con­trastes, a hipnótica Istam­bul, itinerário inspirador para Marco Polo (“Livro das Maravilhas”), Agatha Christie (“Crime no Ex­presso do Oriente“), Le Corbusier (“A Viagem do Oriente“) e cuja alma Or­han Pamuk tão poetica­mente fotografou em “Me­mórias de uma Cidade”. A maior metrópole da Tur­quia é, há alguns anos, um concorrido destino turísti­co, mas não é uma viagem comum.

image thumb17 Istambul e os livros

Istambul na senda da literatura, seguindo os passos dos autores que por ali deambularam, ao mesmo tempo que se des­vendam os segredos da es­crita de viagens e se visita o essencial da Capital Eu­ropeia da Cultura 2010.

image thumb18 Istambul e os livros

O jornalista e escritor Tiago Salazar, autor dos li­vros “Casa do Mundo” e “Viagens sentimentais”, e colaborador das revistas “Volta ao Mundo” e “Rotas e Destinos.

image thumb19 Istambul e os livros

Mosaico. A riqueza histórica e cultural da mítica cidade, fundada há três milénios, na encruzilhada da Europa com a Ásia, servirá de mote ao primeiro dia em Istambul, capital de vários impérios ao longo dos séculos. Romana, bizantina, otomana, Istambul é um mosaico civilizacional, espelhado na diversidade dos monumentos e museus do ancestral no bairro de Sultanahmet, nas mesquitas das Sete Colinas e nas ruas dos bairros judeus. Os encantos da cidade antiga serão mote para aprofundar na sua visita, com passagem obrigatória pelo obelisco egípcio levado pelos romanos, Cisterna Basílica ou pelo medieval Bazar das Especiarias, antes de um convite para assistir a um inspirador pôr-do-sol a partir da panorâmica Tor­re de Gaiata. A velha Is­tambul dará lugar à nova Istambul ao terceiro dia, altura para ver ao vivo a lendária Estação do Ex­presso do Oriente. Do comboio para o metro (o segundo mais antigo do Mundo) para rumar às lo­jas de design, restaurantes gourmet e espaços chill out do agitado bairro de Taksin. Pode depois navegar no estreito de Bósforo, fim da Europa, princí­pio da Ásia. Seja para ficar sozinho e começar a escrever, ou apenas para condigna­mente se despedir.

Prepare a sua máquina em busca do melhor enquadramento.

image thumb13 Turismo   Descobrir Santiago do Cacém

Com origens que remon­tam à pré-história e suces­sivamente habitada por celtas, romanos e muçul­manos, Santiago do Cacém bem se pode orgulhar da sua ancestralidade. A paca­ta cidade do Alentejo lito­ral, rica em história e patri­mónio – edificado e tam­bém o natural, merece uma visita mais tarde ou mais cedo, pelas ruínas ro­manas de Miróbriga, o cas­telo árabe, o centro históri­co ou, alargando o raio, a Lagoa de St. André ou a Barragem de Campilhas. A tudo isto se pode juntar um curso de fotografia.

image thumb14 Turismo   Descobrir Santiago do Cacém

Roteiro. Em parceria com a Canon, o Hotel Cami­nhos de Santiago organiza todos os meses um fim-de-semana especialmente dedicado aos curiosos da fotografia. Através de um workshop com um fotó­grafo profissional, estão garantidas noções gerais sobre imagem e um rotei­ro fotográfico, dentro e fora do hotel. Os partici­pantes devem levar as suas câmaras digitais e depois é só dar azo à criatividade. No final, as melhores foto­grafias ganham o direito a ser expostas na galeria da unidade hoteleira.

image thumb15 Turismo   Descobrir Santiago do Cacém

A pedra de ouro (Golden Rock) é um grande pedregulho de granito, que é apoiada por uma área muito pequena de contacto com as rochas. Parece que está quase a cair, mas já esta lá há centenas de anos. Está situada em Mon State, Burma. Mais informações na Wikipedia.

image thumb10 Rocha de Ouro

image thumb11 Rocha de Ouro

image thumb12 Rocha de Ouro

O Salar de Uyuni, um mar de sal, um sal deserto, no sudoeste da Bolívia, foi há muito tempo um mar interior, ou lago H2O giantsalt, mas a água desapareceu no ar seco, de  Andina. Tudo o que continua é o sal, dezenas de metros de profundidade. Este mar morto reflecte tudo acima dele, como se fosse um espelho de proporções nunca imagináveis,  impressionante.

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Prepara o teu caiaque...

Entrámos por um canal sem sabermos se tinha saída. No nosso mapa não estava indicado mas fomos avançando na esperança de ter ligação ao nosso destino. O percurso era sinuoso, cada vez mais apertado e muito agradável. A ausência de pessoas e qualquer construção davam à paisagem um carácter selvagem e remoto. A própria sensação do desconhecido era apelativa. Em­bora muitas vezes um regresso pelo mesmo caminho seja tão ou mais interessante, psicologicamente não gosto de voltar para trás. E, na aventura, uma das coisas mais importantes é saber voltar atrás. Mas aqui não se colocava a questão de segurança. As águas são protegidas, muito calmas e a única coisa que poderia aconte­cer neste canal era a maré começar a descer rapidamente e nós ficarmos com os nossos caiaques a seco, atolados neste braço da ria, inundado pela preia-mar, duas vezes por dia. Se isso aconte­cesse, teríamos que dormir por ali e esperar nova maré-cheia. E estávamos em autonomia, tínhamos tudo para dormir e comer confortavelmente. Não tínhamos pressa de chegar…

O Parque Natural (PN) da Ria Formosa é a nossa área protegida mais a sul. Abrange uma extensa zona que vai desde o rio Ancão, junto à Quinta do Lago a oeste, até à praia da

Ria Formosa - Ilha Cabanas

Ria Formosa - Ilha Cabanas

Manta Rota, do lado nascente. É protegida do oceano Atlântico por cinco ilhas dunares,  ilha da Barreta, ilha da Cula­tra, ilha da Armona, ilha de Tavira e ilha de Cabanasi. Foi em Cacela-a-Velha que começamos o nosso passeio de dois dias em autonomia em caiaque. Aproveitamos a maré a vazar para ir a favor da corrente, na direcção de Cabanas, Tavira e Santa Luzia. Queria avistar o Cai-mão Comum, uma ave maravilhosa de um azul intenso, com bico e patas encarnadas. Levava os binóculos para tentar avistar esta ave, símbolo do PN da Ria Formosa, ou outras interessantes, que pudessem apa­recer. Esta diversidade é uma das riquezas deste parque. O nível da água já estava muito baixo e, nalguns locais, os caiaques tocavam o fundo. Continuámos até à barra de Tavira e, cuidadosamente observámos a direcção e intensidade da corrente (ver caixa DICAS ÚTEIS). Para variar, saímos ao mar e, depois de percorrermos um pouco do extenso areal da ilha de Tavira, parámos para fazer praia. Umas horas mais tarde, após o nosso intervalo, voltámos a entrar para a ria. O interior deste enorme sapal, com os canais, é muito mais interessante para remar que a costa de extensas praias. Foi quando entrámos no canal, aparente­mente sem fim, mas que foi afunilando ca­da vez mais até não permitir a nossa nave­gação. Desapontados com o fim mas muito satisfeitos com a nossa opção exploratória, regressámos rapidamente para conseguir­mos prosseguir a nossa viagem sem ficar presos por falta de água. Terminámos na praia do Barril, em Pedras D’Rey, e, no dia seguinte, voltámos a Tavira.

Ria Formosa - Olhão

Ria Formosa - Olhão

Recomendamos que faças este passeio de um dia começando em Cacela-a-Velha e terminando em Santa Luzia ou, um pouco antes, nas Quatro Águas, junto ao Clube Náutico de Tavira. Planear o pas­seio com as marés é fundamental para não andares a remar contra a corrente. No site do Instituto Hidrográfico (www.hi-drografico.pt), no porto de Tavira, podes consultar as marés. De Cacela a Tavira recomendamos a maré vazante. Se dei­xares o carro em Cacela-a-Velha, podes recuperá-lo regressando de táxi. Podes consultar e encontrar informação de aves no excelente site das aves de Portugal: www.avesdeportugal.info Alerta! Junto às barras, nas marés vazan­tes, a corrente para o mar pode ser muito forte e deverás evitá-la. Diverte-te e cuida as nossas áreas protegidas.