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Galiza: Hotel “A Quinta da Auga”

Publicado por turismo
01/06/2010

Londres

Publicado por turismo
06/05/2010

Chegue ao seu destino de forma original

Publicado por turismo
22/04/2010

Irlanda do Norte

Publicado por turismo
15/01/2010

Himalaias

Publicado por turismo
14/12/2009

Arquivo do Autor

SE GOSTA DE NATUREZA NO SEU ESTADO  MAIS PURO, ENTÃO, A ILHA DAS FLORES É O DESTINO IDEAL. DE ENTRE AS NOVE ILHAS DOS AÇORES. É A ELEITA PELOS BIÓLOGOS DE TODO O MUNDO.

Assim que aterrar em Santa Cruz das Flores fica de imediato a conhecer uma das maiores freguesias da ilha. Alugue um carro, a melhor forma de conhe­cer a ilha, e rume ao centro. Aí, dará de ca­ras com a Praça Marquês de Pombal, onde os enormes plátanos dão sombra no Verão e abrigam no Inverno a população local que ali se reúne diariamente. Mais abaixo fica o porto com o cheiro do passado, das ruelas apertadas, dos pescadores e do comércio de outrora e que, hoje, apenas deixa saudades.

Para percorrer a ilha na sua plenitude pode optar por um de dois caminhos. Seguir a estrada para sul, sempre junto ao litoral com o Atlântico à sua esquerda ou aventu­rar-se numa travessia transversal da ilha pelo seu interior. Comecemos pelo litoral. Siga para sul e percorra a costa leste que liga as vilas de Santa Cruz das Flores à Lage das Flores. Nesta encosta não perca o desvio em direc­ção à Fajã de Lopo Vaz, onde se encontra a única praia de areia (escura) da ilha. Junto à praia vai poder encontrar uma enorme va­riedade de frutos subtropicais como araçá, goiabas, bananas, mangas e muito inhame.

CASCATAS E TRILHOS

ilha das flores 5 225x300 Ilha das Flores um hino à natureza

Um pouco mais à frente, na direcção da Faj azinha, vai deparar-se com a Rocha dos Bordões, a curiosidade geológica mais co­nhecida da ilha. Esta rocha resulta de um imponente acidente geológico – único no seu género no arquipélago – que se carac­teriza pela solidificação da rocha basáltica em altas colunas prismáticas verticais com forma alongada. No sopé desta formação existe ainda ou­tra singularidade geológica que justifica uma pequena caminhada pelo trilho devi­damente assinalado. Trata-se de um conjun­to de caldeiras ferventes de pequena di­mensão e água sulfurosa a que foi dado o nome de Aguas Quentes.

Apenas alguns quilómetros à frente en­contrará a Fajãzinha, uma freguesia que se orgulha de ter nos seus domínios algumas das paisagens mais deslumbrantes de todo o arquipélago açoriano. Dignos de nota especial são. por exemplo, as imponentes cas­catas do Ferreiro e da Ribeira Grande, esta com mais de trezentos metros de altura. Aqui. ponha de lado a comodidade do carro e aventure-se numa caminhada por um trilho de 800 metros, quase sempre a su­bir, até chegar ao paradisíaco Poço da Alagoínha, uma pequena lagoa para onde as cascatas confluem numa paisagem de cortar a respiração.

Chegamos, finalmente, à Fajã Grande, o ponto mais ocidental da ilha e simultanea­mente o ponto mais ocidental da Europa. Oceano é tudo o que a vista alcança e ape­nas 3500 quilómetros nos separam de… Manhattan. Esta localidade teve uma im­portância vital no passado, pois era o ponto de paragem dos baleeiros americanos e ponto de partida de grande parte dos emi­grantes açorianos para os Estados Unidos e Canadá. Hoje em dia é, essencialmente, uma zona balnear com cada vez mais pro­cura nos meses quentes de Verão. Entre as vilas da Fajã Grande e de Ponta Delgada não existe qualquer tipo de liga­ção rodoviária. A única hipótese de per­correr os 12 quilómetros da costa oeste da ilha é através de um longo e irregular per­curso pedestre de cerca de 3 horas e meia, mas que é o mais interessante de todos. Ao longo do troço destacam-se paisagens deslumbrantes sobre as falésias, calçadas de pedra antigas, vários cursos de água, cascatas e a magnífica mostra de exemplares da vegetação e flora endémica.

A ilha recebeu o nome graças à abun­dância de flores que pintavam a ilha de amarelo. É um verdadeiro paraíso para os biólogos de todo o Mundo, com cerca de 400 tipos distintos de musgos e fetos e cer­ca de 1100 tipos de plantas diferentes, sen­do que 68 destas são endémicas.

VIAGEM AO CENTRO DA TERRA

ilha das flores 300x199 Ilha das Flores um hino à natureza

Um passeio de barco semi-rígido à volta da ilha é uma outra forma de ficar a conhecer as maravilhas naturais desta paradisíaca ilha. Formações de pedra talhadas pela ero­são ganharam formas fantásticas e, em al­guns casos, a fazer lembrar animais ou mes­mo a silhueta de uma freira e de um frade.

As grutas são também uma das grandes atracções deste passeio à beira-mar. É pos­sível entrar de barco em duas dessas cavi­dades, na gruta dos Enxaréus e na gruta do Galo. Os irremediáveis saltos da embarca­ção provocados pela fúria das águas a con­trastar com a calmaria encontrada nas inú­meras baías embelezadas pelas lindíssimas cascatas, que escorrem pelas rochas verde­jantes com listas multicolores, e a cor do mar, de um azul cobalto transparente que chega a “ferir a vista’,’ fazem desta expe­riência um momento inesquecível.

Saindo de Santa Cruz das Flores e ser­penteando montes e vales num percurso onde o verde é pintalgado pelos rosa e vio­leta das hortências que dominam a paisa­gem, é chegada a hora  de conhecer as en­tranhas desta terra. Na zona mais montanhosa onde se encontra o Morro Alto, com 914 metros – é possível ver a maior mancha de cedro do mato dos Açores. Fique  atento à sinalética que lhe indica o caminho para cada uma das sete lagoas, que oferecem deleite aos olhos e paz ao espírito. Mas atenção, não se deixe enganar pelos nomes das lagoas, pois estes podem confundir os mais desa­tentos.ilha das flores 2 300x233 Ilha das Flores um hino à natureza

Explicar o carácter dos açorianos é per­ceber a natureza dos Açores. No coração tem a ardência das caldeiras, no olhar traz a doçura das lagoas e a ternura das hortên­sias, mas nas veias corre o basalto negro das terras do Pico.

Algarve é um local que deve visitar, um local para observar os mais derivados peixes, comer marisco, visitar as mais belas praias do mundo. Foi considerado o melhor destino de golfe do mundo, o verão dura o ano inteiro. Pode praticar quase todos os desportos e muitas atividades de lazer. Talvez já tenha ouvido tudo isto mas nunca por quem cá vive, veja o vídeo vale a pena.

Segredos do Algarve

Parques naturais, aldeias pitorescas e montanhas de tirar o fôlego. Portugal é um dos países para fazer turismo em 2010. Vá para fora cá dentro: antes de mais nada, conheça o que é seu, descubra a magia lusitana.

Ria Formosa

ria formosa 300x225 Vá para fora cá dentro   Fim de semana romântico

No lado leste do Algarve, esta área protegida abrange 18.400 hectares, com 60 quilómetros de litoral. As zonas mais húmidas são povoadas por flamingos e garças. Um passeio de barco através da rede de ilhas, canais e pântanos é absolutamente obrigatório para as famílias. Onde Ficar: Hotel Quinta do Lago.

Douro Internacional

douro 300x200 Vá para fora cá dentro   Fim de semana romântico

Quando o rio Douro atraves­sa a bela região de Trás-os–Montes, no Norte de Portu­gal, torna-se o Douro Inter­nacional. Este é um espaço verdadeiramente remoto e intacto. As aldeias mantêm as tradições de há muitos anos e os vastos 74,230 hec­tares do Parque Nacional oferecem paz e liberdade. Onde ficar: Casa de Caçarelhos, uma casa rural na aldeia de Caçarelhos, ou a Pousada de Bragança.

Óbidos

obidos 300x210 Vá para fora cá dentro   Fim de semana romântico

É uma lindíssima vila tradicional na região oeste, 80 Km a norte de Lisboa é um destino muito requisi­tado para escapadelas românticas. As muralhas me­dievais escondem um labirin­to de ruas e casinhas colori­das, enfeitadas com flores. Onde Ficar: Pousada de Óbidos para um olhar para dentro do castelo.

Madeira

madeira 300x282 Vá para fora cá dentro   Fim de semana romântico

A Ilha da Madeira ofere­ce simultaneamente mar e actividades de monta­nha que proporcionam uma das melhores férias anti-stress. Não deixe de experimentar as caminhadas pelas típicas levadas e trilhas. Uma das mais famosas levadas é a do Caldeirão Verde, através da floresta Laurissilva. Onde Ficar: Hotel The Vine, hotel de design no Funchal.

Porto Covo e Sudoeste

porto covo 300x195 Vá para fora cá dentro   Fim de semana romântico

É uma vila de pescadores na região do Alentejo, muito popular como destino de férias, com praias, enseadas rochosas, falésias altas e baias. A praia de Porto Covo fica muito congestionada em Julho e Agosto, por isso siga para a Praia da Samoqueira ou Praia Grande. Nesta região os percebes são uma verdadeira iguaria. Onde Ficar: Uma casa rural é a melhor solução para explorar a região.

Este é o anti-resort por excelência. Uma herdade ecologicamente responsável onde consegue realizar as tão desejadas férias recatadas.

companhia das culturas Fim de semana   Companhia das Culturas

Chama-se Companhia das Culturas e é a melhor das opções para um fim-de-se­mana de puro descanso. Divide atenções com a re­serva natural de Castro-Marim e a Ria Formosa, o bar­rocal algarvio e a serra que se inclina até Mértola. São 40 hectares de pinheiros mansos, alfarrobeiras, oli­veiras, damasqueiros, fi­gueiras e uma hortinha de produção ecológica.

Aqui as antigas instala­ções pecuárias cederam lugar à arte do arquitecto Pedro Ressano Garcia, acér­rimo respeitador dos vestí­gios do tempo. Eglantina Monteiro, directora da fa­zenda, é antropóloga e, como tal, é uma admirado­ra das heranças históricas: na Companhia das Cultu­ras, cada peça de decoração tem uma história para con­tar. A ausência de televisão é apenas um pretexto para se pôr a caminho de outras experiências. Alie o exercí­cio à descoberta sensorial e embarque numa caminha­da carregada de aromas do campo. Faz lembrar os li­vros infantis pensados para despertar nos mais peque­nos a consciência dos chei­ros e que a cada virar de pá­gina desvenda uma nova fragrância. Aproveite tam­bém para descobrir (ou re­descobrir) aromas que na cidade são diluídos – o mais provável por esta altura é que de entre os aromas do tomilho e do funcho, o dos damascos e dos laranjais em flor se sobreponham. Se não é grande fã de andar a pé, tem bicicletas disponí­veis, passeios a cavalo e pó­neis para a criançada. Se prefere dedicar-se a mo­mentos mais eruditos, pode sempre bisbilhotar a biblio­teca situada num antigo la­gar ou, mais relaxante ain­da, beber um sumo natural no “friendlybar”.

Escolha a sua compa­nhia e ponha-se a caminho.companhia das culturas 2 300x177 Fim de semana   Companhia das Culturas

O pequeno-almoço na Companhia das Culturas é uma refeição muito especial, um momento de fruição e experimentação gastronómica a base de produtos da casa. Sumos de frutas da época, queijo fresco de cabra, pão cozido em forno de lenha de esteva e azinho, muxama (atum seco), compotas dos frutos da quinta de produção ecológica, iogurte ecológico e, conforme a época, ovos com espargos braws, tomatada, paté de porco preto.

Onde ficar

Fazenda S. Bartolomeu Castro Marim

Tel.: 281513 188

Quartos: 7 Preços: 90 a €120 (época alta) 80 a €100 (época baixa)

Galiza - Num ambiente natural de bosque e rio, nasceu um hotel que sabe honrar os pergaminhos. Forte motivo para peregrinar até Santiago de Compostela

Passando Valença e apa­nhando Tui, mal se dá pela passagem frontei­riça, não fosse a placa euro­peísta a assinalar a entrada em Espanha. Aliás, na Galiza, como fazem questão de des­trinçar miestros hermanos do Norte, que se sentem arredios em relação à restante Espa­nha. Vemos as paisagens, ve­mos os pueblos, vemos os mon­tes e vales e a vegetação e não somos nós que descobrimos que o Norte de Portugal e a Galiza são um todo contínuo, mas sim algo que já vem de há muito tempo, numa secu­lar tradição cultural que se reflecte nos hábitos, nos cos­tumes e até no léxico – o galaico-português ainda subsis­te e coexiste do lado de cá e do lado de lá da fronteira. São dois povos juntos – ou xuntos, como entenderem…A Quinta da Auga 2 300x202 Galiza: Hotel A Quinta da Auga

Vigo e Pontevedra, encaixadas no recorte das Rias Baixas, já ficaram para trás, resta flectir um pouco para o interior e rumar para o cen­tro político, cultural e religio­so da Galiza. Parece que o topo da catedral assoma ao longe e que o som dos gaitei­ros da Placa do Obradoiro ecoa nos ouvidos, mas a ilu­são é desvanecida quando se dá de chofre com uma casa granítica, de três alas unidas, rodeada pelo verde da vege­tação e da relva e com um gracioso fontanário à frente. Paramos e lemos “A Quinta da Auga”. Entramos e o quentinho aconchegante en­volve-nos – pelo cre­pitar da lareira e pelo calor dos sorri­sos de boas-vindas.

O hotel abriu há poucos meses, mas a sua história remonta ao século XVIII, quando Dom Jacobo edificar. O desenrolar dos anos nunca deixaria antever o que é hoje. Sabe-se que em 1792 era uma fábrica de pro­dução de papel, actividade que foi mantida até meados do século XIX, passando en­tão a produzir panos de lã. De­pois, tomou novo rumo, con-vertendo-se em fábrica de cer­veja e de gelo sensivelmente até à década de 60 do século passado, após o que caiu em desuso e foi votado ao aban­dono. Estas peripécias e dife­rentes funções são claramen­te justificadas pela presença da água ah tão próxima, com o rio Sar a providenciar.A Quinta da Auga 300x202 Galiza: Hotel A Quinta da Auga

Em 2003, contudo, iniciou-se uma nova era, quando foi adquirido pelos actuais proprietários que, apesar da completa inexperiência na área da hotelaria, investiram na sua recuperação e fizeram que a fénix renascesse das cinzas. Vimos as fotografias da época da aquisição, e não deixámos de nos surpreen­der pelo aspecto deteriora­do do edifício, pelas paredes esboroadas, pelos muros der­rocados, pelos tectos caídos, pelas janelas esventradas e pelas ervas e vegetação que tudo invadiram.

Olhamos em redor e quase nem críamos no que os olhos viam, tais as diferen­ças. Como não podia deixar de ser, o nome Auga justifi­ca perfeitamente a escolha: pelas águas do Sar que se ou­vem distintamente, pela fon­te no pátio de entrada, pelo tanque de onde brota água fresca e potável – e pela chu­va miudinha que, no Inver­no, faz questão de visitar in­sistentemente a Galiza.A Quinta da Auga 4 300x202 Galiza: Hotel A Quinta da Auga

Façamos, então, um péri­plo pel´A Quinta da Auga, acompanhados por Luisa Gar­cia Gil, proprietária e arqui­tecta do projecto. O edifício é constituído por três alas, sendo que as duas primeiras abri­gam quase todos os quartos e outras de­pendências, ao passo que a terceira é cons­tituída basicamente pelo spa. O átrio é uma espécie de antecâmara de diferentes espaços: a sala de estar, que acomoda diver­so mobiliário disperso, entre mesas, mesinhas, sofás, cadei­rões, maples, candelabros, es­tatuetas, livros, quadros e uma convidativa lareira que aquece o corpo e a alma na­quelas taciturnas noites de In­verno; o restaurante Filigra­na, com salas para fumadores e não fumadores, em que as tonalidades são dominadas pelo branco das toalhas e ca­deiras e pelo lilás das pare­des – o que confere grande elegância. Elegância, aliás, cumprida com distinção na apresentação dos pratos que, no entanto, assumem por con­traste pelas porções panta­gruélicas, com natural realce para a cozinha tradicional ga­lega, rica em peixe e marisco – além do emblemático pulpo a galega – e nas carnes de por­co, vitela e veado. Como re mate, à parte a carta de vi­nhos onde os Rioja assumem primazia, nada melhor que a doçaria, onde a filho carame­lizada com arroz doce faz as honras da casa.A Quinta da Auga 5 300x202 Galiza: Hotel A Quinta da Auga

Praticamente ao lado, mas também com acesso pelo ex­terior, localiza-se a cafetaria Q CaféBar, para picar algo e beber café, chá ou diversos aperitivos, com os cartazes e as páginas de jornais e revis­tas antigas que forram as pa­redes a prenderem a atenção e a despertarem curiosidade.

Os pisos superiores são de­dicados aos quartos. Cada um deles, incluindo os standard, disponibilizam diversas facilidades, mas o que realmente os distingue é o facto de todos eles serem diferentes – não há um único igual, apesar de ha­ver coisas em comum: são bas­tante espaçosos, uma das paredes é forrada com papel com motivos de época, outra pintada com uma cor diferen­te mas harmoniosa e o resto respeita a traça original, com a pedra granítica à vista. A de­coração é uma fusão entre o moderno e o antigo, com algu­mas peças a serem autênticas obras de arte. O acesso entre pisos pode ser feito por esca­das ou elevadores, mas reco­mendamos estes últimos, não por comodidade, mas por po­der apreciar a decoração, com reproduções das páginas de um livro que descrevia e ilus­trava a actividade do edifício enquanto fábrica de papel.A Quinta da Auga 6 300x202 Galiza: Hotel A Quinta da Auga

As quatro suites merecem bem essa designação, pelo ge­neroso espaço que disponibi­lizam -100 m2 – dividido por um salão, escritório, dormitó­rio (com ampla cama de ca­sal) e uma casa de banho com jacuzzi… e belas vistas para o rio Sar.

Dignos de registo são tam­bém os espaços para a reali­zação de eventos e reuniões: o Salão do Rio (20 pessoas) e o Salão da Fonte (200 convi­vas), que desobedecem completamente aos cânones tra­dicionais – situam-se no piso térreo e o número de abertu­ras nas paredes de granito fa­zem que a luz natural entre de jorro, criando um ambien­te de luminosidade que ain­da é mais reforçado pela al­vura da decoração e das pa­redes caiadas. A última ala é dedicada ao spa.

O resto é… paisagem – a quinta está inserida num ter­reno verdejante de relva, arvoredo e canaviais de bam­bu, que são devidamente ali­mentados pelas refrescantes e saltitantes águas do rio Sar.A Quinta da Auga 7 300x202 Galiza: Hotel A Quinta da Auga

A partir de Lisboa, há que tomar a Al no sentido norte até ao Porto, seguir ‘ pela A3 até Valença e, a partir daqui, continuar pela autopista do Atlântico passando por Vigo e Pontevedra seguindo o sentido Santiago de Compostela. Nas imediações da cidade, apanha-se a estrada AC-543, que liga Noia a Com­postela, até encontrar as indicações de “A Quinta da Auga“, na urbanização Brandia, numa viagem com ò total de 540 quilómetros que dura aproximada­mente seis horas. A partir do Porto, basta seguir o mesmo itinerário, embora a distância e o tempo de viagem seja menor: 240 quilómetros em cerca de duas e meia. GPS: 42° 12′ 1″ N + 4o 36′ 00″ E

Não há maneira de contornar esta certeza: Londres não é uma cidade barata. É uma metrópole maravilhosa e emocionante… mas tudo tem o seu preço. Apesar de tudo, se souber por onde passear e por onde ir às compras é possível dar mais valor ao seu dinheiro

londres 300x200 Londres

Orçamento de 50 euros diários

Anchor & Hope – É o melhor pub gastronómi co de Londres. É ridiculamen te barato para o que se consegue en contrar e ainda inclui um staff so berbamente inteligente. Simples mente brilhante! Chegue cedo ou poderá correr o risco de ser esmaga do. (The Cut, Waterloo)

Pasha Hotel - Tem um preço muito acessí-vel para um hotel boutique. Fica um pouco fora do centro, mas facilmente se chega de metro a to das as atracções principais. As mas sagens turcas estão no menu. (www.hotelpasha.com)

Concerto na O2 Arena - É o lugar ideal para ver um concerto na capital inglesa, e talvez até no Mundo. É enorme, mas mesmo assim consegue ter uma atmosfera acolhedora. Fica numa zona muito animada, repleta de bares e restau­rantes. Esteja atento à agenda de todos os espectáculos em: www.theo2.co.uk.

Orçamento de 100 euros diários

Fifteen – O Fifteen é uma ideia ge-nial do famoso chef Jamie Oliver, que queria dar aos jovens desempregados a oportunidade de brilhar na cozinha. Não deixe que isso o desmotive: vale imen so a pena experimentar! www.fifteen.net

Ten Manchester Street Hotel - É um hotel fabulosamente chie que fica bem no cen tro da cidade, bem abrigado numa rua tranquila. É tão “cool” que até recomendam os clientes a apreciar uma boa charutada. www.tenmanchesterstreethotel.com

Lovebox – É o festival mais estiloso de Londres. A edição deste ano conta com nomes como os Roxy Music, Dizzee Rascai ou Grace Jones. Não se trata só de bandas, mas sim da sua vibração: muito descontraída e cosmopoli ta. Isto é Londres no seu melhor. De 16 a 18 de Julho. www.lovebox.net

Orçamento de 500 euros diários

Cordon Ramsay em Claridges – Um hotel britânico clássico de alta sociedade e um restauran te de luxo. Comida soberba, atendi mento quase mágico e uma carta de vinhos de cair para o lado! www.claridges.co.uk

The Dorchester - De uma indulgência chocan te. The Dorchester é um verdadeiro íman de celebridades e milionários. Há poucos hotéis no Mundo que apresentem este tipo de status. www.thedorchester.com

Compras de luxo - Londres reúne as melhores lojas do Mundo. Para as senhoras, Jimmy Choo, Gucci ou Armani, para os senhores, fatos de corte inglês pelos melhores alfaiates. Puro estilo. www.anderson-sheppard.co.uk

Canoa:

Ilha Sindebezi, Livingstone, Zâmbia

No rio Zambeze, acima das famosas cataratas Vitoria, fica a ilha Sindebezi. Este local paradisíaco reserva-lhe uma experiência única numa ilha privada, cujo acesso só pode ser feito de barco. Sem electricidade, apenas fogueira e banhos de balde de água quente. Entre no jogo do homem com poder que se aventura num experiência quase primitiva.

Ilha Sindebezi Livingstone Zâmbia Chegue ao seu destino de forma original

Parapente:

Six Senses Hideaway, Zingy Bay, Omã

Para uma entrada à James Bond, que tal aterrar de parapente no hotel? Após o desembarque no Aero­porto Internacional do Dubai, os hóspedes escolhem a opção de chegada ao hotel localizado na Zighy Bay. Experimente a desci­da de parapente e atire-se de cabeça para aquela magnifica paisagem.

Six Senses Hideaway Zingy Bay Omã 300x225 Chegue ao seu destino de forma original

Carro de bois:

Le Domaine D’ Orangerie, Ilha La Digue, Seychelles

Em La Digue, nas Seychelles, o principal modo de transporte é o carro de bois ou a bicicle­ta. Apanhe o ferry nas ilhas de Praslin até La Di­gue, onde encontrará este rústico meio de transporte. Esta ilha possui algumas das melhores praias das Seychelles e serviu de ce­nário para o famoso anún­cio do chocolate Bounty.

Ilha La Digue Seychelles 300x226 Chegue ao seu destino de forma original

Helicóptero privado:

Norte das Ilhas Seychelles

Para causar o menor núme­ro de danos ecológicos possiveis, o transporte para o norte da ilha é feito inten­cionalmente por via aérea e todos os viajantes são transportados de helicópte­ro. Aproveite a viagem para brilhar e partilhe com os outros viajantes a emoção de estar a pisar as areias que serviram de cenário para a mais recente versão do clássico de ficção-científica, “Thunderbirds”.

Ilhas Seychelles 300x200 Chegue ao seu destino de forma original

Hidroavião:

Medhufushi, Maldivas

Após a aterragem no “ae­roporto internacional” Ma-le – basicamente uma faixa de terra no meio do Ocea­no Indico -, será transpor­tado para o terminal marí­timo aéreo onde seguirá caminho num pequeno hi­droavião até à magnifica lagoa de Medufushi, mes­mo em frente ao seu hotel. Assim que chegar, terá à sua espera uma taça de champanhe bem fresco.

Medhufushi maldivas 300x224 Chegue ao seu destino de forma original

Banyan Tree, ilha Mahé, Seychelles

É a clássica piscina com vista para o infini to, neste caso para o infinito da Intendance Bay, no Banyan Tree Re-sort, na ilha de Mahé. Tem a vantagem de es­tar cercado por uma at mosfera em estado sel vagem, num hotel com um serviço impressio nante. Para sermos jus tos, são tudo vantagens que se desfrutam por estar nas Seychelles.

www.banyantree.com

Banyan Tree ilha Mahé 300x225 Sugestões para as suas férias

Hotel Perivolas, Santorini, Grécia

Hotel Perivolas 300x225 Sugestões para as suas férias

É a Kate Moss dos hotéis com piscinas. A infinita piscina do Perivolas raramente se afasta por muito tempo das capas de revis tas de viagens e por uma boa razão. Fica à beira da Caldeira da ilha de Santorini, uma cratera de um vulcão preenchida pelas águas incrivelmente azuis do mar Egeu. Este hotel-boutique de so nho é uma propriedade privada decorada de forma despretensio sa e é, absolutamente, um daqueles lugares que tem de visitar antes de morrer!

www.perivolas.gr

Burj Al Arab, Dubai

Burj Al Arab Dubai 297x300 Sugestões para as suas férias

Na principal piscina interior do autodenomina­do “hotel mais luxuoso do Mundo” não há mãos a medir no que toca a ostentação. O Spa Assawan, no piso 18, é revestido com fabulosos mosaicos e tem uma decoração única ou, melhor será dizer, igual a si mesma. As diferentes piscinas – uma para o público masculino, outra para o público feminino -, têm ambas uma vista incrível sobre o Dubai.

www.jumeirah.com

Lagoa Azul, Islândia

Lagoa Azul Islândia 300x200 Sugestões para as suas férias

Se temperaturas negativas, aliadas a piscinas de água salgada de origem vulcânica aqueci­da e outros fenómenos do foro vulcânico o fascinam, então esta jóia da Islândia é ideal para si. Infindáveis cavernas e fendas ou a vaporização de águas dá-nos a nítida sensação de estarmos noutro planeta.

www.bluelagoon.com